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Bovespa cai e apura em maio mais de 50% das perdas do ano

Depois de uma manhã promissora, ontem, quando chegou a subir mais de 1%, a Bovespa desviou-se da rota positiva para engatar mais uma sessão de perdas, passando novamente ao largo do desempenho das bolsas nos EUA e Europa. Com a queda de 0,75%, a Bolsa brasileira renovou a mínima pontuação de 2011, aos 62.367,36 pontos, menor nível desde 16 de julho de 2010. Em maio, a desvalorização é de 5,69%, mais da metade da baixa acumulada no ano, que é de 10,01%. O mercado se ressentiu de investidores que assumam posições duradouras nas ações domésticas e acusou a queda dos papéis da Petrobrás. Estes, por sua vez, continuaram sendo alvo de realização de lucros pós-balanço e acompanharam o recuo das cotações do petróleo.

Claudia Violante, O Estado de S.Paulo

20 de maio de 2011 | 00h00

As bolsas em Wall Street, a despeito de dados fracos da atividade norte-americana, terminaram no azul graças ao sucesso do IPO do site de relacionamento LinkedIn e do recuo acima do previsto do número de pedidos de auxílio-desemprego.

No mercado de juros, após rondarem os níveis de ajuste ao longo da sessão, as taxas futuras engataram trajetória de alta no final do dia, renovando as máximas, refletindo especulações em torno do IPCA-15 de maio que o IBGE informa hoje, com o mercado trabalhando com a possibilidade de um índice acima de 0,80%, superior à variação de 0,77% de abril. O juro para janeiro de 2012 passou de 12,29% para 12,31%, a taxa para janeiro de 2013 subiu de 12,50% para 12,55%; e o contrato para janeiro de 2017 avançou de 12,28% para 12,33%.

O dólar à vista subiu 0,37%, a R$ 1,6160, após cair 1,65% em três dias, impulsionado pelo fluxo mais fraco de exportadores.

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