Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Bovespa desaba e NY sobe no final

Ações em Wall Street subiram mais de 5% após notícia de que Timothy Geithner seria o escolhido para o Tesouro dos EUA

Claudia Violante, Silvana Rocha, Denise Abarca, O Estadao de S.Paulo

22 de novembro de 2008 | 00h00

O mercado doméstico sofreu fortes ajustes ontem, adequando-se ao tombo de mais de 5% dos índices acionários norte-americanos e à disparada do dólar na quinta-feira, quando não houve negócios nas bolsas em São Paulo por causa do feriado municipal. As perdas ontem das ações na Ásia e Europa também pesaram sobre o mercado paulista. Petrobras, Vale, siderúrgicas e bancos lideraram as quedas. A Bovespa recuou pela 5ª sessão consecutiva, desta vez 6,45%, aos 31.250,60 pontos. O resultado ampliou a desvalorização na semana para 12,68%; no mês, para 16,12%; e, no ano, para 51,08%. Em Nova York, após subiram pela manhã e oscilarem à tarde, as bolsas dispararam na última hora de negócios. O Dow Jones saltou 6,54%; o Nasdaq 5,18%; e o S&P500, 6,32%. Os investidores reagiram bem à informação de que o presidente do Fed de Nova York, Timothy Geithner, teria sido escolhido pelo presidente eleito Barack Obama para ocupar o cargo de secretário do Tesouro dos EUA. O dólar subiu e ultrapassou os R$ 2,40 pela 1ª vez desde junho de 2005, ao fechar a R$ 2,464 (2,67%) no balcão. O juro de janeiro de 2010 caiu a 14,88%.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.