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Bovespa destoa de NY e tem 3ª alta

Índice de ações paulista avança 0,78% e amplia ganho em três dias para 4,78%; dólar à vista e juros recuam

Claudia Violante, Silvana Rocha e Denise Abarca, O Estadao de S.Paulo

20 de março de 2009 | 00h00

A Bovespa subiu pelo 3º dia consecutivo, ontem, na contramão das quedas das bolsas norte-americanas, influenciada pela recuperação acentuada dos preços das matérias-primas no mercado internacional. O Ibovespa avançou 0,78%, aos 40.453,43 pontos, e passou a apurar ganho de 4,78% nesse período. No mês até ontem, a valorização acumulada era de 5,95% e, no ano, de 7,73%. Os preços das commodities reagiram em alta ao anúncio do Federal Reserve, na véspera, de que pretende comprar títulos de longo prazo do Tesouro dos EUA. Investidores estrangeiros se sentiram estimulados a adquirir ações de empresas que comercializam matérias-primas em meio à perspectiva de que a medida do Fed provocará recuo dos juros de longo prazo nos Estados Unidos. Em Nova York, as bolsas caíram, pressionadas pelas perdas de ações do setor financeiro após a aprovação na Câmara dos Representantes de um projeto de lei que permitiria a cobrança de impostos sobre os bônus pagos por companhias de Wall Street que receberam ajuda do governo federal. No mercado de juros, a taxa para janeiro de 2010 recuou a 9,77%. No câmbio, o dólar à vista cedeu 0,09%, para R$ 2,248 no balcão.FRASEAlexandre SchwartsmanEconomista-chefe do Santander''Copom sinalizou na ata da reunião deste mês que o estoque total de cortes da taxa Selic poderia ser limitado pela presença de um piso para os juros determinados pelo rendimento da poupança''

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