finanças

E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

Bovespa deve operar em ritmo lento, esperando Fed

O grande acontecimento do dia é a reunião do Fed, em que será decidido para onde vai a taxa de juro americano. O impacto dessa decisão na bolsa será sentido quase no final do pregão, a partir das 17h15. Até lá, o mercado continuará em marcha lenta, atrelado aos acontecimentos externos. A Bovespa operava, às 10h30, em alta de 0,46%.Sai logo mais, às 11h30, a estimativa oficial do PIB americano, referente ao quarto trimestre do ano passado. Outro indicador que será monitorado é o de vendas de imóveis residenciais novos em dezembro passado. Continua havendo consenso no mercado de que o juro nos EUA deve cair para 5,5% ao ano. Entretanto, não está descartado um corte mais agudo, de 0,75 ponto. Essa possibilidade passou a ser mais considerada após a divulgação, ontem, do índice de confiança do consumidor americano, o menor desde 1996. O mercado está dividido quanto aos efeitos na Bovespa de uma redução dessa magnitude no curto prazo. Para alguns analistas, um corte de 0,75 ponto assustaria o mercado, pois significaria que a desaceleração da economia nos EUA é maior do que se estimava. Entretanto, uma queda maior nos EUA permitiria queda mais forte do juro interno. A queda de confiança do consumidor americano, por outro lado, jogou por terra a previsão de um corte de 0,25 ponto hoje. As celulares, que caíram ontem após a Anatel ter remarcado para 6 de fevereiro o leilão da Banda C do SMP, abriram o pregão de hoje em alta. Num primeiro momento, as ações das empresas vergaram sob o impacto da notícia porque vinham se beneficiando do atraso da licitação. Passado o impacto inicial, o mercado pode ter percebido que a fraca disputa pelo leilão pode beneficiar as atuais operadoras.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.