Brendan McDermid/Reuters
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Bovespa fecha em alta de 0,86% com ingresso de recursos externos

Ações dos setores bancário e de varejo estiveram entre os destaques do dia; no mercado de câmbio, dia foi de poucos negócios e a moeda americana recuou 0,10%, para R$ 3,812

Paula Dias, O Estado de S. Paulo

17 de novembro de 2015 | 18h03

A participação ativa dos investidores estrangeiros na compra de ações garantiu à Bovespa um pregão inteiro de ganhos. Também sob a influência positiva vinda da Europa, o Índice Bovespa fechou em alta de 0,86%, aos 47.247,80 pontos. O volume financeiro totalizou R$ 5,563 bilhões. No mercado de câmbio, o dia foi de liquidez bastante reduzida e o dólar fechou em baixa de 0,10% no mercado à vista, cotado a R$ 3,8121.

Na máxima do dia, a Bovespa chegou a subir 1,82% (47.698 pontos), embalada pelas compras de investidores estrangeiros. Ações dos setores bancário e de varejo estiveram entre os destaques do dia. Bradesco PN terminou o dia em alta de 3,73% e Banco do Brasil ON avançou 1,79%. Entre as ações ligadas ao setor de varejo, destaque para Smiles ON (+4,67%), BR Malls ON (+3,75%) e Natura ON (+2,92%).

As ações da Petrobrás também exerceram influência positiva no Ibovespa, com alta de 0,43% (ON) e 0,78% (PN). Segundo os profissionais do mercado, contribuiu para a alta das ações a notícia de que a Petrobras está perto de conseguir financiamentos de US$ 1,84 bilhão no exterior.

Já as ações da Vale operaram em queda durante todo o dia e fecharam com perdas significativas (de 3,52% na ON e de 3,44% na PNA), repercutindo o recuo de 3,2% do minério de ferro e ainda o acidente envolvendo a Samarco. A Samarco é controlada igualmente por Vale e BHP.

Câmbio. Em um dia de liquidez bastante reduzida, o dólar oscilou em intervalos muito pequenos. Entre a máxima e a mínima, a cotação foi de R$ 3,8245 (+0,23%) a R$ 3,7883 (-0,72%). Profissionais ouvidos pelo Broadcast disseram que, além do cenário externo mais tranquilo, o dólar no Brasil foi influenciado pelos leilões de linha do Banco Central, no qual a instituição vendeu dólares com compromisso de recompra no futuro. A oferta, de até US$ 500 milhões, ajudou a segurar as cotações.

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