Bovespa fecha em alta de 3,33%

Além do cenário econômico favorável, desde o início da política de juros decrescentes sem pressão inflacionária, em fins de junho, os dois grandes eventos da semana animaram a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A euforia deve-se, em parte ao sucesso do leilão de ações da Petrobras e à troca de títulos da dívida externa por outros, em condições mais favoráveis para o governo. A Bovespa fechou em alta de 3,33%. Nem mesmo o resultado parcial do Supremo Tribunal Federal em favor dos reajustes referentes aos expurgos dos Plano Verão e Collor I nas contas de FGTS abalou o otimismo. Vale lembrar que se o STF decidir pela correção, a conta para o Tesouro pode chegar a R$ 53,3 bilhões. O julgamento foi suspenso por 15 dias.As bolsas norte-americanas também reforçaram a tendência de alta da Bovespa. O Dow Jones - Índice que mede as ações mais negociadas na Bolsa de Nova Iorque - fechou em alta de 1,09%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática - fechou em alta de 0,78%. O mercado de juros segue a tendência de queda da Selic, frente ao otimismo generalizado. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagavam juros de 16,840% ao ano, frente a 17,040% ao ano ontem. E o dólar fechou em R$ 1,8000, com alta de 0,17%, voltando a um patamar considerado ideal pelo mercado, nas atuais circunstâncias.

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