Bovespa fecha semana no azul depois do 1º turno das eleições

Já o dólar acumulou uma queda de 2,2% e recuou para a cotação de R$ 2,418; veja como foi a semana

O Estado de S. Paulo

11 de outubro de 2014 | 08h00

O resultado do 1º turno das eleições presidenciais deu a maior contribuição para garantir uma semana de ganhos para o Bovespa e de recuo na cotação do dólar. Já na segunda-feira, conhecido o resultado, com Dilma Rousseff e Aécio Neves na disputa, a Bovespa saltou 4,7%, a maior alta registrada nos últimos dois anos. Já o dólar recuou 1,8%, para 2,429. Vale lembrar que, antes das eleições, a moeda chegou flertar com o patamar de R$ 2,50.

O avanço continuou na terça-feira, embora mais modesto. Na quarta, o dólar voltou a cair, mas por outro motivo: a ata do Fed (o Banco Central norte-americano) mostrou que a alta do juro no EUA pode ser adiada. A Bovespa, que vinha de uma realização de lucros, que é quando os investidores vendem ações para embolsar os lucros, só conteve as perdas.

Na quinta, a expectativa com a divulgação de nova rodada de pesquisas eleitorais abriu espaço para alta na Bolsa. Já o dólar, após quatro quedas, encontrou espaço para subir.

Enfim, na sexta, Bolsa e dólar inverteram a tendência. O clima de pessimismo no exterior derrubou a Bovespa e elevou a cotação do dólar. Além disso, havia espaço para os investidores embolsarem um pouco dos últimos ganhos com a venda de ativos. Para completar, o empate técnico entre Dilma e Aécio nas pesquisas eleitorais frustrou um pouco quem esperava uma vantagem melhor do tucano.

Mesmo assim, nada conseguiu apagar a forte reação do mercado na segunda. A Bovespa terminou a semana com uma alta acumulada de 1,4%, enquanto o dólar caiu 2,2% no período, para R$ 2,418.

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