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Bovespa resgata os 64 mil pontos e sobe 2,8% em três dias

Os investidores em ações não se intimidaram com os indicadores macroeconômicos norte-americanos decepcionantes ontem e foram às compras. Após uma manhã vacilante, a Bovespa fincou pé no terreno positivo e subiu 1,12%, resgatando os 64 mil pontos. Com isso, a Bolsa brasileira emplacou três pregões seguidos de ganhos, acumulando valorização de 2,8% no período, mas no mês ainda registra perda considerável, de 3,07%, e, no ano, tem queda de 7,51%. O bom comportamento das bolsas em Nova York encorajou os players a assumirem posições compradas em Vale e Petrobrás - esta última subiu mesmo com o recuo nas cotações do petróleo - e também no setor bancário. O giro financeiro totalizou R$ 6,911 bilhões, mas foi engordado por uma operação direta em Vale, informaram profissionais do mercado. Apesar dessa trajetória de alta recente, a Bovespa segue sem tendência definida, já que persistem as dúvidas geopolíticas globais e também com a inflação doméstica, segundo especialistas. As ações ordinárias da Petrobrás avançaram 1,04% e as preferenciais, 1,26%. Vale ON teve alta de 1,56% e a PNA, de 1,66%,

Claudia Violante, O Estado de S.Paulo

27 de maio de 2011 | 00h00

Os juros futuros encerraram a quinta-feira estáveis, desacelerando a queda vista até meados da tarde de ontem em função da retirada de prêmios do risco político local e da retração de 1,8% do rendimento médio real apurado pelo IBGE em abril. O contrato para janeiro de 2013 cedeu de 12,59% para 12,56%.

A baixa do dólar ante o real acompanhou o movimento externo e também refletiu a expectativa de fluxo futuro em meio a um giro financeiro elevado. O dólar à vista no balcão fechou cotado a R$ 1,6160 (-0,74%).

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