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Bovespa segue alheia aos ganhos em Nova York e recua 1,31%

Mais uma vez alheia ao comportamento das bolsas no exterior, a Bovespa teve ontem uma sessão de perdas, puxadas pelo desempenho ruim das ações da Petrobrás, bancos e construção civil. Nesta dinâmica própria, a Bolsa brasileira engatou queda firme à tarde, após uma manhã de volatilidade, fechando com recuo de 1,31%, aos 62.840,61 pontos. Enquanto isso, em Nova York, os índices acionários avançaram, amparados na recuperação dos preços das commodities e na ata do Comitê de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (BC americano). Embora os diretores do banco central dos EUA, segundo o documento, tenham discutido como será o processo de saída dos estímulos de liquidez, o mercado viu esse debate apenas como um planejamento prudente uma vez que a atual situação da economia americana ainda inspira cuidados. Metais, petróleo e commodities agrícolas tiveram ganhos, pautados em fatores técnicos e, no caso do óleo, sustentado ainda pelo recuo inesperado dos estoques dos EUA. Em Nova York, o barril de petróleo para junho avançou mais de 3%, novamente para acima de US$ 100. O Índice Dow Jones ganhou 0,65%, o S&P500 subiu 0,88% e o Nasdaq avançou 1,14%.

Claudia Violante, O Estado de S.Paulo

19 de maio de 2011 | 00h00

O dólar no mercado doméstico engatou a terceira sessão de baixa, encerrando na mínima de R$ 1,610 no balcão. A trajetória da moeda refletiu principalmente fatores internos, como os números do fluxo cambial na última semana, a retomada das captações externas e o aumento das posições vendidas em dólar. Nessas três sessões, a moeda tem declínio acumulado de 1,65%.

Os juros oscilaram ao redor da estabilidade, fechando, em alguns vencimentos, com leve viés de alta.

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