Bovespa segue alta externa à distância e retoma 67 mil pontos

Os europeus voltaram ao trabalho depois de um feriado prolongado, mas o ritmo na Bovespa não melhorou muito ontem. O pregão teve um comportamento lateral, com volume ainda enxuto. Contudo, o índice operou na maior parte do tempo no azul, seguindo as bolsas internacionais. Papel e celulose, construção civil e bancos foram os setores que favoreceram o ganho doméstico. O Ibovespa subiu 0,26%, aos 67.144,26 pontos. No mês, a Bolsa acumula perdas de 2,10% e, no ano, de 3,12%. O giro financeiro totalizou R$ 5,259 bilhões. A liquidez continuou fraca no mercado acionário em meio à expectativa pela ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que sai amanhã, e pelo encontro de política monetária do Federal Reserve, hoje, com entrevista em seguida do presidente da instituição, Ben Bernanke. Em Nova York, o Índice Dow Jones avançou 0,93% e o S&P500, 0,90%.

Claudia Violante, O Estado de S.Paulo

27 de abril de 2011 | 00h00

No mercado de juros, a sintonia nos discursos de autoridades do governo em relação ao combate à inflação minimizou o desconforto deixado pelo placar dividido do Copom e guiou a queda dos contratos futuros de juros longos. A baixa iniciada no meio da manhã chegou a perder força no início da tarde. Mas, sem notícias relevantes, a queda dos longos se sustentou até o fim da sessão. A taxa para janeiro de 2017 terminou em 12,64%, de 12,75% no ajuste anterior. Após escorregar à mínima de 12,52%, o DI janeiro de 2021 encerrou em 12,55%, de 12,66% no ajuste da véspera. As taxas de curto prazo ficaram praticamente estáveis.

Depois de leve recuperação na 2ª feira, o dólar por aqui seguiu o exterior e furou R$ 1,570. A moeda dos EUA caiu 0,51%, a R$ 1,5640.

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