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Bovespa sobe 0,6% seguindo cautela internacional

Dólar teve nesta quarta-feira a terceira alta consecutiva e fechou cotado a R$ 1,86

AE,

26 de agosto de 2009 | 17h22

A Bovespa oscilou entre altas e baixas nesta quarta-feira, 26, acompanhando os mercados internacionais, que não encontraram fôlego para definir uma direção, apesar da divulgação de indicadores econômicos favoráveis nos EUA. Na Bolsa de São Paulo, as ações de bancos e de empresas do setor de construção civil lideraram as altas, enquanto os papéis ligados às commodities operaram em baixa. No encerramento do pregão, o Ibovespa registrou alta de 0,6% (57.765,69 pontos).

 

Em Wall Street, nem mesmo dois indicadores econômicos muito melhores que o esperado nos EUA conseguiram impulsionar as ações, embora contribuíram para evitar uma realização de lucros mais acentuada. O que falou mais alto nas bolsas foi um clima de cautela. Nesta quarta-feira, o índice Dow Jones subiu 0,04%; Nasdaq ficou praticamente estável com alta de 0,01%; e S&P-500 teve o mesmo desempenho, com elevação de 0,01%. Na Europa, as quedas colocaram fim a uma sequência de quatro pregões de ganhos. Londres fechou com o índice FT-100 em baixa de 0,53%; o Dax, de Frankfurt, cedeu 0,63% e o CAC-40, de Paris, recuou 0,33%.

 

Com fluxo cambial fraco, o que justifica certa volatilidade, o dólar teve nesta quarta-feira a terceira sessão consecutiva de compras que ampararam a alta da moeda, enquanto as bolsas em Nova York e no Brasil oscilaram entre leves quedas e altas. O avanço do dólar frente às divisas de outros países também induziu a correção da moeda no mercado local assim como a queda na cotação dos metais básicos e do petróleo.A moeda norte-americana encerrou o dia no mercado local cotada a R$ 1,861, com alta de 0,22%.

 

Após alterações discretas no período da manhã, os juros futuros arriscaram um movimento de queda à tarde, na medida em que as bolsas americanas titubeavam e fincavam pé no vermelho. Mas a sessão desta quarta-feira foi de poucos negócios, mesmo com uma agenda relevante de indicadores aqui e nos EUA. Ao término da negociação normal na BM&F, o juro pós-fixado (DI) janeiro de 2011 (111.510 contratos) estava na mínima de 9,66%, estável ante o ajuste, mas abaixo do fechamento (9,69%) desta terça-feira. O DI janeiro de 2012 (60.060 contratos) recuava a 11,00%, de 11,05% no fechamento e 11,04% no ajuste.

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