Bovespa sobe 0,72% limitada por exterior e queda de Petrobrás

A Bovespa aproveitou a trégua no mercado externo para recompor um pouco dos preços perdidos nos últimos três pregões no vermelho. Mas encerrou bem longe das máximas, prejudicada à tarde pela piora das bolsas norte-americanas. As ações da Petrobrás, que vinham sendo baluarte após o lançamento de seu plano de investimentos, ontem foram penalizadas. O Ibovespa subiu 0,72%, aos 58.708,25 pontos, com volume financeiro de R$ 5,668 bilhões. Um movimento de troca de ações teria prejudicado Petrobrás. A ON recuou 1,10% e a PN, -0,38%. A Bolsa brasileira operou de olho no lado externo, onde os investidores seguem à espera de um acordo sobre o aumento do teto do endividamento norte-americano. É possível que as discussões se arrastem até terça-feira, data limite para um acordo, o que deixa os investidores apreensivos e pouco propícios a risco. O Dow Jones declinou 0,51% e S&P recuou 0,32%.

Claudia Violante, O Estado de S.Paulo

29 de julho de 2011 | 00h00

Os juros repercutiram o conteúdo da última ata do Comitê de Política Monetária (Copom) , com as taxas futuras de curto prazo estáveis e as longas em alta. Uma parcela do mercado viu no documento do Banco Central a consolidação do fim do ciclo de elevação da Selic, mas, alguns analistas ponderavam que o mercado de trabalho aquecido e o quadro internacional adverso podem favorecer mais uma subida do juro este ano.

O dólar avançou frente ao real pelo segundo dia seguido, com ajustes adicionais às medidas cambiais da véspera e reagindo também à elevação da moeda norte-americana ante o euro. O dólar ganhou 0,64%, cotado a R$ 1,5690 no balcão.

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