Bovespa supera 72 mil pontos pela primeira vez na história

Desaceleração da inflação e dados positivos sobre construção de moradias nos EUA influenciam a bolsa paulista

REUTERS

16 de maio de 2008 | 10h20

Logo nos primeiros minutos do pregão desta sexta-feira, 16, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) estabeleceu nova pontuação máxima. Às 10h11, o Ibovespa avançava 0,9%, aos 72.133 pontos. A desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) e os dados positivos sobre a construção de moradias nos Estados Unidos contribuíram para a situação positiva da Bovespa.     Veja também:    Inflação pelo IPC-S desacelera com menor pressão de alimentos  Setor imobiliário dos EUA dá sinal otimista em abril   O ritmo também era puxado pelas ações de maior peso no índice, como as preferenciais da Petrobras, com avanço de 0,7%, a R$ 47,44; e da Vale, subindo 0,55%, a R$ 57,15.   O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou para o menor nível em mais de um mês, em razão de uma menor pressão de alimentos. O indicador subiu 0,70% na segunda prévia de maio, abaixo da alta de 0,83% na primeira, segundo divulgou nesta sexta a Fundação Getúlio Vargas. Os índices futuros de Wall Street apontavam valorização antes da abertura dos negócios das bolsas americanas, após a divulgação de que o início de construção de moradias nos Estados Unidos aumentou mais que o esperado em abril.   O número de novas construções residenciais iniciadas em abril nos EUA subiu 8,2% no mês, para a taxa anual sazonalmente ajustada de 1,032 milhão de unidades, a maior elevação desde janeiro de 2006, quando saltaram 14%, informou o Departamento do Comércio do país.

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