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Bovespa tem alta e volta a registrar 57 mil depois de um ano

Dados negativos da economia dos EUA colaboraram para baixa do dólar, cotado a R$, 1,834 (-0,01%) nesta quinta

AE,

13 de agosto de 2009 | 17h21

Os dados econômicos dos EUA desta quinta-feira, 13, piores do que o esperado, esfriaram o mercado financeiro internacional. Entretanto, a Bovespa (principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo) fechou o dia com alta de 0,81% (57.047 pontos), voltando a registrar o patamar de 57 mil pontos, que não atingia desde o dia 6 de agosto de 2008.

 

Wall Street chegou a operar no negativo em certos momentos da manhã devido às informações pouco animadoras do cenário econômico nos EUA, mas acabou vendo com bons olhos os números positivos da Europa, que sinalizam a recuperação global, e encerrou o dia com seus principais índices registrando leve alta: Dow Jones subiu 0,38% e Nasdaq teve alta de 0,53%. Na Europa, a Bolsa de Londres fechou com ganho de 0,82%, Paris subiu 0,49% e Frankfurt avançou 0,95%.

 

Os mercados de câmbio também tiveram volatilidade nesta quinta-feira, mas, no geral, o dólar se manteve em baixa frente a diversas moedas. A alta das bolsas encorajou os operadores a comprar divisas de maior retorno e vender o dólar, especialmente após o Fed ter prometido manter o juro baixo por algum tempo. No Brasil, o dólar fechou o dia cotado a R$ 1,834 (-0,01%).

 

O mercado de juros consolidou a trajetória de queda de taxas, diante de uma cesta de fatores favoráveis à devolução dos prêmios acumulados nos contratos, entre eles os dados fracos das vendas no varejo norte-americano, a informação de que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, teria sinalizado ao presidente Lula que há ainda espaço para cortes na Selic, e o cenário positivo para a inflação a partir das coletas de preços no varejo na ponta. Ao término da negociação normal na BM&F, o DI janeiro de 2010 liderava o giro com 301.975 contratos e taxa de 8,61% (mínima), ante 8,64% desta última quarta-feira, 12. O DI janeiro de 2011 (121.955 contratos) também estava na mínima a 9,71%, de 9,78% na quarta-feira. O DI janeiro de 2012 (74.730 contratos) cedia a 10,97%, de 11,02% na quarta-feira.

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