Bovespa tem ganho de 0,98%; dólar recua 0,33%

O mercado de ações brasileiro começou a semana com ganhos. Ajudado pelos ganhos em contratos de commodities, como estanho, níquel e chumbo, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em alta de 0,98%, aos 39.229 pontos. O índice oscilou entre a mínima de -0,46% e a máxima de 1,06%. O mercado doméstico de câmbio operou em ritmo de compasso de espera na manhã desta segunda-feira, posterior a feriado prolongado. Com as mesas de operações registrando baixo volume de negócios, as cotações do dólar acompanharam a tranqüilidade e o tom positivo vistos no exterior e oscilaram pouco, sempre no terreno negativo.O volume negociado na Bovespa, inflado nesta segunda-feira pelo vencimento de opções sobre ações, ficou em R$ 3,58 bilhões. Desse valor, R$ 1,125 bilhão correspondeu ao vencimento de opções.Os ganhos das commodities favoreceram as ações do setor de mineração e siderurgia, especialmente a Companhia Vale do Rio Doce, cujo papel ordinário figurou entre as maiores altas do Ibovespa, com ganho de 2,44%. O papel preferencial classe A subiu 1,55%.A alta do petróleo também ajudou a Bovespa a subir, na medida em que contribuiu para a valorização das ações da Petrobras. O barril de petróleo teve elevação de 2,34%, para US$ 59,94 em Nova York, reagindo à convocação de uma reunião de emergência pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). O papel preferencial da Petrobras avançou 1,08%.DólarO dólar comercial fechou em baixa de 0,33%, a R$ 2,13, no mercado interbancário, após oscilar entre a mínima de R$ 2,129 e a máxima de R$ 2,136. No pregão viva-voz da Bolsa de Mercadorias & Futuros, o dólar negociado à vista também cedeu 0,33%, para R$ 2,129.No fim do dia, com a ampliação dos ganhos na Bolsa de Valores de São Paulo, o dólar aprofundou a queda nos mercados domésticos. Na BM&F, por exemplo, encerrou na mínima do dia.A Bovespa, que às 16h37 subia 1%, na máxima, aos 39.239 pontos, beneficiou-se do comportamento das commodities. Os ganhos recordes verificados nos contratos de estanho, níquel e chumbo favorecem as ações dos setores de mineração e siderurgia.

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