Bovespa tem leve queda e se mantém nos 60 mil pontos

Em meio à realização de lucros e tentativa de novos picos, bolsa encerrou instável o pregão desta quinta

estadao.com.br,

17 de setembro de 2009 | 17h37

Em meio à realização de lucros e tentativa de novos picos, a Bovespa encerrou o instável pregão desta quinta-feira, 17, em leve alta de 0,29% (60.116 pontos), mantendo-se no patamar que voltou a alcançar nesta última quarta-feira depois de 14 meses. Além disso, a proximidade de vencimentos de opções e índices no mercado norte-americano, nesta sexta-feira, 18, e de opções sobre ações na Bolsa brasileira, na próxima segunda-feira, 21, elevou a volatilidade dos negócios na Bolsa de São Paulo. No mês, a Bovespa acumula alta de 6,64% e, no ano, de 60,42%.

Em Nova York, os investidores evitaram dar continuidade aos ganhos desta quarta-feira nas bolsas, depois que os indicadores divulgados esta manhã voltaram a mostrar que a economia norte-americana recupera-se de modo ainda irregular. As ações dos bancos apareceram entre as que mais perderam no dia em Wall Street. O índice Dow Jones registrou queda de 0,08% e Nasdaq caiu 0,3%. Na Europa, Londres fechou em alta de 0,78%, Frankfurt somando 0,54% e Paris em alta de 0,56%.

No mercado de câmbio local, a cotação do dólar oscilou com os dados divulgados nos Estados Unidos.. Depois de uma leitura positiva sobre a queda nos pedidos de auxílio-desemprego, o que fez a moeda norte-americana ter uma leve valorização, a divulgação de números bem abaixo dos previstos sobre as obras residenciais iniciadas resultou em retração. O dólar fechou cotado a 1,8070, com leve alta de 0,39%.

Embora sem o movimento considerado irracional desta última quarta-feira, o mercado de juros continuou nervoso nesta quinta-feira, operando com taxas predominantemente em alta ao longo da sessão. O prêmio acumulado nos contratos até atraiu algumas ordens de vendas, mas há um nítido desconforto dos investidores em ficar exposto ao risco prefixado, sob a percepção de que os indicadores econômicos sinalizam que o reaquecimento da economia está chegando mais cedo do que o esperado, tanto aqui como no exterior.

Ao término da negociação normal da BM&F, o volume de contratos negociados seguia robusto. O juro pós-fixado (DI) janeiro de 2011, com 248.030 contratos, projetava 9,91%, de 9,88% no fechamento e 9,90% no ajuste. O DI julho de 2010 (40.160 contratos) subia a 9,00%, de 8,96% no fechamento e 8,99% no ajuste anteriores. O DI janeiro de 2012 (101.550 contratos) tinha taxa de 11,28%, de 11,25% e 11,22% ajuste e fechamento nesta quarta-feira.

(Com Agência Estado)

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