Bovespa ultrapassa 53 mil pontos

Índice paulista fecha na pontuação máxima com fluxo de estrangeiros e altas de commodities e de ações em NY

Claudia Violante, Silvana Rocha e Denise Abarca, O Estadao de S.Paulo

29 de maio de 2009 | 00h00

A Bovespa reconquistou os 53 mil pontos, ontem, nível que não batia no fechamento desde 19/09/2008. Com isso, o índice acabou pulando a forte resistência de 52 mil pontos, que há dias vinha sendo testada. Commodities em alta, sobretudo o petróleo, indicadores favoráveis nos Estados Unidos e os índices acionários em Wall Street nadando a favor foram as justificativas para o Ibovespa terminar na pontuação máxima, com ganho de 2,41%, aos 53.040,74 pontos. Nos EUA, há expectativa é de que a General Motors poderá pedir concordata. O índice Dow Jones subiu 1,25% e o Nasdaq, 1,20%. No câmbio, o dólar à vista teve o 5º declínio seguido, pressionado pelo cenário externo favorável que colaborou na pressão de baixa exercida sobre as cotações à vista por investidores posicionados na venda em derivativos de câmbio. A moeda americana cedeu 0,30%, a R$ 2,009 no balcão, menor valor desde 1/10/2008. Os juros futuros retomaram a queda, interrompida na 4ªF, em meio ao IGP-M de maio no piso das projeções e acompanhando o recuo dos juros dos títulos do Tesouro dos EUA. A taxa de janeiro de 2010 encerrou na mínima, a 9,22%, assim como a de janeiro 2012, em 10,69%. FRASESalomão QuadrosCoordenador de Análises Econômicas da FGV''Valorização do câmbio é fator essencial para baixar preços. Já saímos do ponto morto do dólar e já existe efeito deflacionário vindo do câmbio''

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