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Brasil adere à disputa entre EUA e China na OMC

Decisão do Brasil de entrar no processo como terceira parte não significa que o País apoiará os Estados Unidos

Jamil Chade, do Estadão,

05 de outubro de 2007 | 15h18

O Brasil aderiu à disputa entre os Estados Unidos e a China na Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa da pirataria, mas não tomou partido de nenhum país. O governo americano acusa a China por violações de direitos autorais e alega que sofre prejuízos de US$ 2,2 bilhões.   Pelos cálculos do governo brasileiro, dois de cada três produtos pirateados no País são chineses. Mas a decisão do Brasil de entrar no processo como terceira parte não significa que o País apoiará os Estados Unidos. O Brasil tradicionalmente tem saído em apoio aos governos de economias emergentes quando o tema é patentes. Nesse caso, como é ao mesmo tempo afetado pela pirataria chinesa e pode ser cobrado pelos americanos pelos mesmos fatos, o País deve manter uma posição neutra.   Washington optou por pedir a intervenção dos árbitros da OMC que terão de julgar se a China está ou não violando as regras internacionais no que se refere à proteção a patentes. A Casa Branca alega que as principais vítimas da pirataria chinesa são CDs de música, livros, softwares e filmes.

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