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Brasil deve comprar 800 aviões em 20 anos

Os países da América Latina e do Caribe encomendarão mais de 2,1 mil novos jatos, no valor de US$ 107 bilhões, durante os próximos 20 anos, segundo estimativa da Boeing Co. O mercado de tráfego aéreo dentro da América Latina deve crescer a uma taxa média anual de 7,9%, um dos maiores índices de crescimento do mundo. Somente dentro da América do Sul, a empresa prevê um crescimento anual de 8,5%.O trafégo entre a América do Sul e a do Norte deve crescer 6,2%, e entre a América Latina e a Europa, 4,9%. A taxa de crescimento mundial para o tráfego aéreo é estimada em 4,9%. Os jatos regionais vão representar 21% das vendas. A Boeing espera que o Brasil compre 800 aviões, no valor de US$ 41 bilhões, enquanto que o México deverá comprar 430 aviões, no valor de US$ 24 bilhões."Crescimento econômico, liberalização e inovação tecnológica são os três pilares fundamentais das viagens aéreas", afirmou o diretor de marketing da Boeing para as Américas, Drew Magill. "Apesar de o crescimento econômico projetado para a região ser de modestos 2% anuais durante os próximos cinco anos, a perspectiva a partir daí é muito melhor, com uma taxa de crescimento anual de 4,1%", disse o executivo."O crescimento econômico será promovido principalmente pelo aumento da população e pelo avanço da produtividade resultante de reformas econômicas e políticas de competitividade global", acrescentou. A liberalização na região, segundo a Boeing, também vai levar a uma maior demanda por aviões."A ampliação da capacidade dos aviões será um dos motivos para o aumento das viagens aéreas. A tecnologia permite que as operadoras façam mais rotas sem escala a um baixo custo?, disse a companhia em comunicado.A Boeing estima que a frota mundial dobre para 33 mil jatos até 2021 e que as companhias aéreas invistam US$ 1,8 trilhão em novas aeronaves comerciais, o que equivale a 24 mil entregas durante os próximos 20 anos.

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