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Brasil deve ser quinta economia mundial em 2050

O banco de investimentos Goldman Sachs mantém a sua previsão de que o Brasil será a quinta maior economia do mundo em 2050, e que é parte integrante dos chamados Brics, os grandes países emergentes que estarão entre as primeiras potências globais em meados deste século. Pela projeção, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro chegará a um nível entre US$ 5 trilhões e US$ 10 trilhões, praticamente alcançando o do Japão.A sigla "Bric" é composta pelas iniciais do Brasil, Rússia, Índia e China, e foi criada em outubro de 2003 em um relatório do Goldman Sachs. Segundo a projeção do banco de investimentos, em 2050 as maiores economias do mundo serão, em ordem decrescente, China, Estados Unidos, Índia, Japão e Brasil, Rússia, Alemanha, Reino Unido, França e Itália. Recentemente, surgiu uma forte dose de ceticismo em relação ao fato de que o Brasil esteja incluído nos Brics, já que a sua taxa de crescimento tem sido muito inferior a dos três outros integrantes do grupo.Nesta quarta-feira, em uma apresentação sobre os Brics e a economia global em Davos, Jim O´Neill, economista-chefe do Goldman Sachs, reafirmou sua confiança no Brasil. "O segundo semestre de 2005 foi particularmente decepcionante, mas achamos que isto será temporário", disse. Ele lembrou que, para que a previsão do Goldman Sachs sobre o Brasil se concretize, é preciso que o País cresça em média apenas 3,6% ao ano até 2050. "Eu acho que um crescimento do Brasil entre 3% e 4% é perfeitamente realizável, bastando que algumas coisas fiquem no lugar", acrescentou.

Agencia Estado,

25 de janeiro de 2006 | 18h00

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