Brasil é 7º em venda de veículos em abril, diz empresa

A China liderou as vendas globais de automóveis em abril e mostrou crescimento de 6% nos emplacamentos, na comparação com o mesmo período de 2011. As vendas da China foram seguidas pelas de Estados Unidos, com alta de 2,3%, e Japão, com expressivo crescimento de 93,4%. O Brasil ficou na sétima posição, com queda de 10,3% nas vendas no mês. As informações constam de relatório divulgado nesta segunda-feira pela empresa de consultoria e informações do setor automotivo Jato Dynamics.

WLADIMIR D'ANDRADE, Agencia Estado

25 de junho de 2012 | 15h44

Nos quatro primeiros meses, o mercado brasileiro acumulou queda de 3,2% nas vendas de veículos em relação a igual período do ano passado, com 1.017.461 unidades negociadas - sendo 244.840 em abril. Nesta mesma base de comparação, a China apresentou leve alta, de 2,3% nos emplacamentos (5.265.395 unidades), enquanto os EUA e o Japão registraram altas acumuladas, respectivamente, de 10,3% (4.651.943 veículos vendidos) e 54% (2.028.931).

De acordo com a empresa, os dados chineses incluem apenas veículos de passeio. Para o restante dos países os números englobam carros e comerciais leves.

Toyota lidera

A Toyota foi a montadora que mais vendeu veículos em todo o mundo em abril, de acordo com a Jato Dynamics. A companhia japonesa negociou 491.992 veículos no mês, 35,4% a mais que no mesmo mês de 2011. Na comparação do acumulado do primeiro quadrimestre do ano, ante o mesmo período de 2011, a alta de vendas da Toyota atingiu 25,4%, com 2.133.851 veículos emplacados.

Atrás da japonesa aparecem Volkswagen, com a montadora alemã tendo registrado altas de 7% nas vendas sobre abril do ano passado e de 7,6% na comparação do acumulado do ano; Ford, com queda de 4,2% na relação mensal e de baixa de 1,7% no acumulado do ano; Chevrolet, com recuo de 6,4% mensal e crescimento de 4,1% no acumulado do quadrimestre; e Hyundai, com altas de 1% e 5,6%, nos respectivos períodos.

A Jato Dynamics destaca o desempenho da Fiat, que apresentou quedas de 12,9% em abril ante o mesmo mês de 2011 e de 11,2% na comparação do acumulado do ano "em razão da crise" na Itália.

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