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Brasil e Argentina voltam à questão automotiva em maio

Representantes governamentais e do setor privado do Brasil e da Argentina assumiram hoje em Brasília "o compromisso de estudar formas para o aumento das compras bilaterais do setor automotivo" e isso "reforçará a integração produtiva da região e favorecerá o comércio bilateral", cita nota divulgada nesta terça-feira, 29, pelos Ministérios da Fazenda (MF) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Reunião entre os setores automotivos e os governos do Brasil e da Argentina foi realizada hoje em Brasília, na tentativa de destravar o comércio bilateral. Novos avanços nessa negociação, no entanto, só ocorrerão em maio.

AYR ALISKI E RENATA VERÍSSIMO, Agencia Estado

29 de abril de 2014 | 21h17

Segundo a nota do MDIC e da Fazenda, os parâmetros e as metas para o incremento do comércio na região serão definidos por grupo de trabalho composto por representantes dos governos e dos setores privados. O grupo terá reunião nos dias 6 e 7 de maio, em Brasília.

"Em vista do entendimento alcançado, os governos de Brasil e Argentina se comprometeram, ainda, a garantir a fluidez das operações comerciais bilaterais com vistas a incrementar as exportações de ambos os lados. Além disso, os governos estudam o uso de instrumentos financeiros para a garantia das operações comerciais. As partes continuarão a discutir a operacionalização desses instrumentos de financiamento, de forma a gerar incremento do comércio bilateral", destaca a nota.

Mais cedo, entretanto, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, já havia dito que a reunião não tinha sido conclusiva. Ele antecipou que uma nova reunião de caráter mais técnico já tinha sido agendada para os dias 6 e 7 de maio, em Brasília.

Moan disse que os dois governos reconheceram a importância da integração produtiva e da necessidade de se avançar rapidamente num acordo que restabeleça o fluxo de pagamentos das operações de comércio exterior. De acordo com ele, não houve nenhuma recusa dos argentinos em relação às propostas apresentadas pelo governo brasileiro para estabelecer garantias à linha de financiamento que deve ser oferecida pelos bancos privados.

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