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Brasil e Bolívia planejam pólo gás-químico na fronteira

Os governos do Brasil e da Bolívia decidiram hoje iniciar estudos para a instalação de um pólo gás-químico binacional na fronteira. Por meio de comunicado conjunto sobre a visita ao Brasil do chanceler boliviano, Juan Ignácio Siles, e do ministro de Minas e Hidrocarbonetos da Bolívia, Antonio Araníbar, os dois países informaram que vão estabelecer uma comissão binacional para tratar das questões técnicas.Em princípio, o pólo deverá iniciar as atividades em 2009 e precisará, de acordo com cálculos do Ministério de Minas e Energia do Brasil, de um investimento de US$ 1,3 bilhão. "O governo brasileiro compreendeu os nossos anseios em agregar valor ao gás boliviano. Podemos dar um salto na utilização dos nossos recursos, por meio de um acordo equilibrado com o Brasil de desenvolvimento compartilhado", afirmou Araníbar.Araníbar e Siles visitarão nesta quinta-feira a Braskem, na Bahia, o maior pólo petroquímico da América Latina, formado a partir de investimento de seis empresas do setor. Segundo o embaixador do Brasil na Bolívia, Antonio Mena Gonçalves, a Braskem seria uma das empresas interessadas em instalar uma planta de fabricação de polietileno no novo pólo petroquímico.

Agencia Estado,

07 de abril de 2004 | 17h27

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