Brasil e China se opõem a adotar câmbio como indicador

O Brasil e a China se opõem a incluir a taxa de câmbio efetiva real na lista de indicadores a ser usada pelo Grupo dos 20 (G-20) para avaliar se suas políticas econômicas estão contribuindo para desequilíbrios globais, disse um dirigente de um banco central que participa do encontro em Paris.

REGINA CARDEAL, Agencia Estado

19 de fevereiro de 2011 | 11h25

A China também se opõe à adoção das reservas internacionais e do balanço em conta corrente entre os indicadores econômicos que comporiam um sistema de alerta sobre distorções perigosas para a economia global. Três fontes disseram que o acordo a respeito poderá ser adiado até o próximo encontro de líderes das finanças globais.

Os ministros das Finanças e seus vices do G-20 estão discutindo a lista de indicadores desde sexta-feira. "Não podemos ficar aqui para sempre", afirmou um representante de um banco central, após admitir que a discussão poderá ser retomada em abril em Washington, onde ocorrerá o encontro do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. As informações são da Dow Jones.

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