Brasil é o país que mais produz lixo eletrônico na América Latina
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Brasil é o país que mais produz lixo eletrônico na América Latina

Vivo cria programa para recolher lixo eletrônico e dar o destino correto para esses produtos; já foram reciclados mais de 5 milhões de itens

Vivo, Estadão Blue Studio
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05 de julho de 2021 | 11h06

Para contribuir com o desenvolvimento sustentável, garantir bons resultados ao longo do tempo e ainda atrair investidores, as empresas têm se dedicado cada vez mais ao conceito ESG (Environmental, Social and Governance), que se refere a cuidar do meio ambiente, ter responsabilidade social e boas práticas de governança. O consumidor, por seu lado, também está mais consciente de seu papel na preservação do planeta e mais atento à atuação das companhias dos mais diversos setores produtivos. Um exemplo disso é uma pesquisa divulgada recentemente pela consultoria McKinsey que revelou que 85% dos brasileiros dizem que se sentem melhor comprando produtos de marcas sustentáveis. E a necessidade de reduzir os impactos ambientais vem fazendo com que o setor industrial intensifique o reaproveitamento dos resíduos gerados nos processos produtivos, o que, além de beneficiar o meio ambiente, gera impacto social positivo com a economia de recursos e a geração de empregos. É o caso da cadeia de eletrônicos. Para se ter uma ideia, o Brasil é o maior produtor de lixo eletrônico da América Latina. A estimativa é que o País gere cerca de 1,5 milhão de toneladas por ano, sendo que apenas 3% do lixo eletrônico brasileiro é reciclado ou descartado de maneira adequada. No mundo, em 2019 foram produzidas cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico, segundo o relatório The Global E-waste Monitor 2020, da Organização das Nações Unidas (ONU).

Pensando em contribuir para dar o destino correto aos produtos, a Vivo, além de recolher o resíduo eletrônico produzido pela empresa, mantém um programa voltado ao consumidor, o Recicle com a Vivo, que recolhe itens como celulares, controles remotos, pilhas, cabos, entre outros, em suas 1,6 mil lojas por todo o País, e envia para a reciclagem. De acordo com a empresa, desde a implantação do projeto Recicle com a Vivo, em 2006, já foram recolhidos mais de 5 milhões de itens de lixo eletrônico, que voltaram à cadeia produtiva sob a forma de matéria-prima. Já no caso de modems e decodificadores de TV, grande parte passa por recuperação. Nos últimos quatro anos, a Vivo reutilizou ou recondicionou cerca 4,9 milhões de equipamentos e reciclou outros  4,4 milhões de unidades.

“A campanha tem o objetivo de ajudar a sociedade a dar um destino correto para o lixo eletrônico, que é gerado todos os dias. A própria evolução da tecnologia faz com que as pessoas acumulem esses resíduos eletrônicos em suas casas, e muitas nem sabem o que fazer, por exemplo, com aparelhos antigos e baterias”, diz Renato Gasparetto, vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Vivo. Cabos, controles remotos e outros resíduos podem ser descartados adequadamente em qualquer loja Vivo, onde há urnas específicas para esse descarte. “No ano passado, recebemos 7,6 toneladas de resíduos eletrônicos. E a lição começou dentro de casa, com engajamento dos nossos colaboradores. Em um único dia de mobilização, recolhemos quase 1,5 tonelada de resíduos.”

Os recursos financeiros obtidos com a reciclagem vão para a Fundação Telefônica Vivo, voltada para a educação em escolas públicas, justamente para criar e fomentar cursos de cidadania digital para os professores poderem ajudar as novas gerações. “Esse é um círculo virtuoso que faz parte de um processo mais amplo de uma governança de longo prazo."

Como se desfazer do lixo eletrônico

Se você tem produtos eletrônicos e não sabe como descartar, o primeiro passo é ir a uma das lojas da Vivo e colocar o seu aparelho em lixeiras identificadas para o descarte de lixos eletrônicos. Qualquer pessoa, sendo ou não cliente Vivo, pode descartar nessas lixeiras cabos, celulares, baterias e carregadores que não utiliza mais.

Empresa especializada recolhe o material, e todos os componentes passam por uma triagem para retirada de partes que exigem cuidado especial, como as baterias. No caso de modens e decoders de TV, há uma avaliação minuciosa do equipamento para que ele seja higienizado e possa voltar a proporcionar conexão em outra casa em perfeitas condições de uso. Mas, caso eles não estejam aptos ao reúso, as peças são separadas e enviadas à reciclagem, do mesmo modo que os demais eletroeletrônicos.

A companhia destaca que o processo de reciclagem segue à risca as normas ambientais e que nada vai para o aterro. A maioria dos componentes é reaproveitada e volta à cadeia produtiva para ser transformada em novos produtos para o dia a dia das pessoas, incentivando assim a economia circular.

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