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Brasil espera convergir com FMI sobre gasto público

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, disse hoje que o Brasil e o FMI acabarão convergindo para uma proposta comum sobre a conta de investimentos públicos no cálculo do superávit fiscal. "Certamente essa discussão não vai levar a nenhuma decisão irresponsável do ponto de vista fiscal", disse Appy. Ele não deu importância às declarações de representantes do Fundo que consideraram perigosa a retirada de investimentos de empresas estatais do cálculo do resultado primário.Appy disse que esse debate surgiu no próprio Fundo e o Brasil apenas apresentou sua posição e que os próprios técnicos do FMI entendem que a sistemática atual prejudica alguns países, que acabam investindo menos em projetos de longo prazo do que poderiam fazê-lo. Ele reafirmou que qualquer mudança que eventualmente seja feita não poderá comprometer a estabilidade fiscal.

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