Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Brasil manifesta solidariedade à Argentina

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, acompanhou de perto as negociações do governo argentino com o FMI, que resultaram no fechamento de um acordo entre o país e o Fundo, após o calote de US$ 2,9 bilhões anunciado na terça-feira. Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, o ministro prestou solidariedade ao governo da Argentina em nome no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a assessoria do Palácio do Planalto, Palocci teria mantido contatos com o ministro da Economia da Argentina, Roberto Lavagna, durante todo a quarta-feira.As autoridades argentinas teriam ficado frustradas com a falta de um pronunciamento público do presidente brasileiro em defesa do país vizinho, segundo noticiou o jornal ?El Clarín?. O locutor do canal América 2, Enrique Llamasde Madariaga, comentou irritado: "é como eu digo. Os brasileiros não são de esquerda, nem de direita.São brasileiros. Vejam só que sócios temos!".Segundo o Clarín, o presidente argentino, Néstor Kirchner, recebeu telefonemas de apoio dos presidentes do Chile, Ricardo Lagos, da Colômbia, Alvaro Uribe, do Peru, Alejandro Toledo, e do México, Vicente Fox. Além disso, disse o jornal, um dia antes do calote, na segunda-feira, o presidente norte-americano, George W. Bush, manifestou apoio a um fechamento rápido do acordo entre o Fundo e a Argentina.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.