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Brasil não deve retaliar Argentina, diz Amorim

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse hoje, em Belo Horizonte (MG), que as ameaças de salvaguardas contra a Argentina não deverão se concretizar. "Nós precisamos tratar dos problemas que existem na relação Brasil-Argentina de uma maneira inteligente, que permita continuar avançando no processo de integração, reconhecendo que há assimetrias e neste momento elas estão favorecendo mais o Brasil. Mas poderá haver momentos em que elas favoreçam a Argentina", disse.Ele comentou ainda que apesar das avaliações de que o Mercosul vive uma crise, o número de países interessados em ingressar no bloco só aumenta. Hoje, em Belo Horizonte, onde se realiza a primeira parte da reunião de Cúpula do Mercosul, será discutido o ingresso do Equador, como membro associado ao Mercado Comum.Ele adiantou que a reunião de presidentes, que se realizará na próxima sexta-feira em Ouro Preto (MG), "não vai revolucionar o Mercosul", e admitiu que o bloco enfrenta problemas decorrentes da velocidade com que vem se consolidando. "Não tenho notícia de bloco de integração que tenha avançado tão rápido, com a velocidade do Concorde". No entanto, admitiu: "As turbinas não estavam preparadas para viajar a uma velocidade duas vezes a do som". Esses problemas, acredita o ministro, devem ser contornados, de forma a permitir que o processo continue avançando.

Agencia Estado,

15 de dezembro de 2004 | 11h17

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