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Brasil não entrará em recessão, afirma Lula

Presidente ressalta que, ao contrário de outros países do mundo, Brasil terá expansão do PIB em 2009

Fernando Nakagawa, da Agência Estado, e Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo,

21 de maio de 2009 | 10h34

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira, 21, na Turquia, que o Brasil "não entrará em recessão". "Vamos ter crescimento em 2009", afirmou o presidente. Questionado sobre qual seria essa taxa de crescimento, Lula apenas respondeu: "Eu não posso adivinhar. Enquanto outros países terão crescimento negativo, nós teremos crescimento positivo."

 

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Em Brasília, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse que é "preciso aguardar os dados" para avaliar a possibilidade de o Brasil entrar em recessão técnica, cenário que aconteceria, segundos alguns conceitos, a partir de dois trimestres consecutivos de contração do Produto Interno Bruto (PIB). No último trimestre do ano passado, o PIB brasileiro recuou mais de 3%.

 

Em conferência sobre defesa da concorrência realizada na capital federal, Meirelles disse que a discussão sobre recessão técnica tem de ser feita sob a ótica de três principais fatores. O primeiro deles é que a desaceleração da economia brasileira nos últimos meses foi gerada exclusivamente por influências externas. Meirelles classificou a contração da economia do País como um fator de "contratação importada". Ele destacou, ainda, que não houve "origem nem reforço" da crise por motivos internos.

 

O segundo fator diz respeito à capacidade de reação da economia brasileira. Na avaliação do presidente do BC, o País tem "impulso de saída, de tração, mais forte que outros países". Por fim, Meirelles destacou as boas perspectivas da economia brasileira e que a divulgação dos dados sobre o Produto Interno Bruto (PIB) sempre acontece com "certa defasagem". "Quando os dados forem divulgados, certamente a situação da economia será outra", disse. Os números sobre o PIB brasileiro no primeiro trimestre deste ano devem ser divulgados pelo IBGE no início do mês que vem.

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