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Brasil não recebeu pedido para extraditar donos da Vasp

O Itamaraty informou no início da noite desta sexta-feira que ainda não recebeu pedido de extradição dos donos da Vasp, Wagner Canhedo e seu filho Ulisses Canhedo. A extradição foi pedida pela Justiça da Bolívia, sob acusação de administração irregular da companhia de aviação Lloyd Aéreo Boliviano (LAB), entre 1994 e 2001, quando os Canhedo controlaram a empresa.Segundo informação da Associated Press, os Canhedo estavam intimados para se apresentar quarta-feira à Justiça boliviana em Cochabamba, mas não compareceram. Por esse motivo, o juiz Juan de la Cruz Vargas, do 4º Tribunal de Sentença, decidiu pedir a extradição deles. Segundo informação da agência de notícias, o processo contra os Canhedo começou há mais de um ano e inclui a acusação de dano econômico de mais de US$ 60 milhões ao LAB. Wagner Canhedo disse que as acusação são infundadas. Segundo ele, a Vasp apresentou todas as contas do LAB e elas foram "aprovadas, auditadas e certificadas". Ele disse que o governo boliviano sabia de tudo, pois era sócio do negócio.A Vasp vendeu no dia 3 de dezembro de 2001 os 51% das ações para o empresário boliviano Raúl Garafulic, que disputa judicialmente as ações da empresa com outro empresário, Ernesto Asbún.

Agencia Estado,

23 de maio de 2003 | 18h17

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