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Brasil quer relançar negociações da Rodada Doha

O Brasil quer que os Estados Unidos deem sinais claros do que estão dispostos a fazer pela liberalização comercial até a cúpula do G-20 (grupo formado por grandes economias desenvolvidas e emergentes), no início de abril em Londres. Ontem, o ministro das Relações Exteriores Celso Amorim e o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, se reuniram em Genebra para tentar traçar os próximos passos para garantir que haja pelo menos uma tentativa de relançar as negociações da Rodada Doha de comércio multilateral.

Agencia Estado

23 de março de 2009 | 08h48

Amorim e Lamy defendem um avanço na Rodada da OMC como uma das formas de estimular a economia mundial. Mas, até agora, o governo norte-americano não deu nenhum sinal se está disposto a abrir seu mercado ou reduzir subsídios à agricultura nos termos que os países emergentes reivindicam. O silêncio do presidente dos EUA, Barack Obama, sobre os assuntos comerciais já começa a preocupar. Ontem, Lamy revelou a Amorim que fará ainda nesta semana uma viagem à Washington para manter reuniões com a nova administração e, assim, tentar incentivar a Casa Branca a dizer se quer negociar. A ideia é ainda ter garantias de que haverá, no G-20, um chamado real contra o protecionismo.

A semana será de negociações para a cúpula do G-20. Na quinta-feira (dia 27), o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, estará no Brasil para costurar a posição do País em relação ao projeto de resolução que será votado no G-20. Brown é o anfitrião e espera, até lá, negociar com cada país. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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