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Brasil será o 1º do Airbnb a aceitar prestação

Plataforma, que conecta usuários para aluguel de apartamentos e casas de temporada, aposta na ampliação das formas de pagamento para aumentar o número de usuários no País

LAURA MAIA, O Estado de S.Paulo

09 de junho de 2015 | 02h04

Depois de três anos operando no Brasil, a plataforma Airbnb, que conecta usuários cadastrados em 190 países para aluguel de apartamentos e casas de temporada, aposta na ampliação das formas de pagamento para aumentar o número de usuários no País. Pela primeira vez, desde o início de sua operação, em 2008, a empresa vai aceitar pagamentos parcelados - modalidade que é comum no Brasil, mas não é oferecida no exterior. A iniciativa é uma das ferramentas da companhia para atrair o consumidor brasileiro, já acostumado a pagar em prestações.

A partir de hoje, o Airbnb vai permitir que as reservas sejam pagas por meio de cartões de crédito nacional, parceladas em até três vezes. Além disso, o pagamento também poderá ser realizado via boleto. Antes, a reserva só podia ser paga com cartão de crédito internacional, de uma só vez.

A plataforma tem hoje 45 mil acomodações cadastradas no País, 20 mil delas só no Rio de Janeiro. "Era uma das nossas metas desde 2011.Tanto o pagamento parcelado quanto a possibilidade de pagar via boleto são investimentos da empresa especificamente no mercado brasileiro. Essa experiência servirá como um projeto-piloto para outros países", diz o diretor geral do Airbnb no Brasil, Christian Gessner.

Nos dois primeiros meses, o usuário poderá dividir o valor da reserva feita em qualquer lugar do mundo em até três vezes sem juros. Depois, haverá a possibilidade de parcelamento, mas a uma taxa de juros ainda a ser definida pela empresa.

Além de ampliar as formas de pagamento, o Airbnb tem investido em campanhas de marketing locais. Em uma delas, um casal pode dormir uma noite em uma suíte VIP dentro do Maracanã, no Rio. "Nosso sucesso está muito baseado na propaganda boca a boca. Mesmo assim estamos investindo nessas campanhas", diz Gessner.

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