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Brasil tem 11 empresas entre as 20 com maiores perdas na AL

Ranking elaborado pela Economática é liderado pela Eletrobrás, que teve prejuízo de US$ 1,07 bi em abril/junho

EFE,

31 de agosto de 2009 | 15h35

Um estudo de uma empresa de consultoria situou 11 empresas brasileiras entre as 20 companhias latino-americanas de capital aberto que mais prejuízos sofreram no segundo trimestre deste ano. O ranking, elaborado pela Economática, é liderado pela Eletrobrás, o maior grupo de energia de toda a América Latina.

 

Com um prejuízo de US$ 1,071 bilhão entre abril e junho, a estatal ficou imediatamente à frente da Brasil Telecom, que acumulou perdas de US$ 370,1 milhões no segundo trimestre.

 

Em terceiro na lista, ficou outra empresa brasileira, a siderúrgica Gerdau, cujas perdas de abril a junho totalizaram US$ 136,3 milhão.

 

Baseado nos balanços do segundo trimestre divulgados até 28 de agosto, o estudo incluiu apenas empresas com ações negociadas nas diferentes bolsas de valores da região.

 

Ainda na primeira metade do ranking, aparecem as também brasileiras Telemar Norte Leste (5º/US$ 91 milhões), OGX Petróleo (6º/US$ 76,3 milhões), Nossa Caixa (7º/US$ 71,5 milhões) e MPX Energia (10º/US$ 41,6 milhões).

 

Já na outra, são citadas a fabricante de peças para veículos Cobrasma (11º/US$ 33,8 milhões), a produtora de alimentos Caf Brasília (12º/US$ 23,4 milhões), a Teka (16º/US$ 19,3 milhões) e petrolífera Manguinhos (20º/US$ 16,3 milhões).

 

De fora do Brasil, foram incluídas a transportadora chilena Vapores (4º/US$ 121,9 milhões de prejuízo), a transportadora mexicana TMM Grupo (8º/US$ 66,6 milhões) e o fundo chileno Marinsa (9ª/US$ 55,8 milhões).

 

Também entraram para o ranking a química argentina Solvay Indupa (13º/US$ 22,6 milhões), a mineradora peruana Atacocha (14º/US$ 20,7 milhões), a siderúrgica mexicana Altos Hornos (15º/US$ 19,6 milhões), a chilena Masisa (17º/US$ 19 milhões), a mexicana Corporación Interamericana (18º/US$ 16,9 milhões) e a argentina Celulosa (19º/US$ 16,3 milhões).

 

Segundo a Economática, se no estudo fossem incluídas todas as empresas de capital aberto da América, com exceção das do Canadá, só duas companhias latino-americanas apareceriam na lista: as brasileiras Eletrobrás e a Brasil Telecom, na 6ª e na 18ª posições, respectivamente.

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