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Brasileiro acredita que trabalhar muito afeta sua vida afetiva, aponta estudo do IPEA

EDUCAÇÃO

O Estado de S.Paulo

25 de março de 2012 | 03h09

Abertas as inscrições

para a Expo CIEE

Os estudantes interessados em visitar a Expo CIEE 2012 já podem se inscrever no site www.ciee.org.br. O evento será realizado no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, entre os dias 18 e 20 de maio. O cadastro antecipado é gratuito e evita que o visitante enfrente filas na entrada.

Se a jornada de trabalho fosse reduzida, cerca de 40% ainda dedicariam o tempo extra para atividades relacionadas a trabalho. Essa é uma das constatações de um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). Para 39,5% dos entrevistados, o tempo dedicado ao trabalho prejudica a qualidade de vida. Foram ouvidas 3.796 pessoas. Para o grupo, o trabalho provoca cansaço e estresse (13,8%), compromete relações amorosas e a atenção à família (9,8%), abala estudo, lazer e esporte (7,2%) e afeta amizades (5,8%).

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Profissional quer mais liberdade na empresa

Pesquisa feita pelo site Trabalhando.com Brasil, com 500 trabalhadores, apontou que 55% dos entrevistados ficariam muito mais satisfeitos se pudessem ter horários flexíveis ou trabalhar em casa. Entre os demais, 29% querem ter bônus e benefícios extras, 14% preferem receber hora extra para fazer atividades fora do expediente (incluindo responder e-mails) e 2% desejam duas horas de almoço.

Para o diretor-geral do site, Renato Grinberg, adotar horários flexíveis e dar mais liberdade pode trazer resultados. "A empresa demonstra que confia e acredita na capacidade de seus funcionários identificarem seus direitos e obrigações. Assim, eles se sentem mais confiantes, passam a tomar mais iniciativas e dedicam-se mais à empresa."

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