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Brasileiro morre durante transporte de plataforma da Petrobrás

Unidade fabricada em um estaleiro da China estava sendo levada para a bacia de Santos; segundo fonte, funcionário de empresa terceirizada teria ingerido álcool com suco de uva

Denise Luna, O Estado de S.Paulo

08 de janeiro de 2020 | 12h21
Atualizado 13 de janeiro de 2020 | 15h58

Correções: 13/01/2020 | 15h58

RIO - Um brasileiro morreu e outros cinco precisaram de atendimento médico durante o transporte da plataforma P-70, da Petrobrás, de um estaleiro da China para a bacia de Santos. Uma fonte próxima ao assunto disse ao Estadão/Broadcast que a morte e a internação dos demais funcionários foram causadas pela ingestão de álcool comum com suco de uva.

Anteriormente, outra fonte havia dito que se tratava de um acidente com a plataforma, o que não se confirmou. Não houve nenhuma explosão ou acidente na unidade.

O transporte da P-70 está sendo feito pela holandesa Boskalis, que ainda não se pronunciou sobre o ocorrido na embarcação que traz a plataforma para o Brasil pelo sistema de dry tow (transporte seco).

É a segunda vez no mundo que está sendo utilizada essa modalidade de transporte, segundo informou a Petrobrás em nota no início de dezembro, quando a P-70 saiu da China em direção ao Rio de Janeiro.

O objetivo de utilizar esse tipo de transporte, segundo a estatal informou na época, é reduzir o tempo para a chegada da unidade ao local de instalação, no caso, uma economia de 40 dias.

A Petrobrás confirmou o incidente e disse que o cronograma de instalação da unidade não será alterado. 

Pelo sistema dry tow, ao invés de ser conduzida por rebocadores oceânicos, a unidade é embarcada em um navio semissubmersível para transporte de carga pesada. Ao todo são 78 mil toneladas, o que corresponde ao peso de 220 Boeings 747, milimetricamente acomodadas na embarcação.

Correções
13/01/2020 | 15h58

Versão anterior da reportagem afirmou incorretamente, com base em informação de uma fonte, que a morte havia ocorrido devido a um acidente com a plataforma.

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