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Brazil Summit debate o papel do País na nova ordem econômica

Evento reune em SP a ministra Dilma Rousseff, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e outras lideranças

Bianca Lima, do estadao.com.br,

21 de outubro de 2009 | 07h32

O grupo britânico de mídia The Economist realiza nesta quarta-feira, 21, em São Paulo, o fórum Brazil Summit, que discutirá as recentes mudanças na economia global, os riscos de um novo mergulho na recessão em 2011, além do desenvolvimento de negócios e investimentos no Brasil e as perspectivas para a América Latina. O estadao.com.br fará a cobertura online do evento durante todo o dia.

 

O congresso contará com a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que discutirá as oportunidades e os desafios impostos ao Brasil pela nova ordem econômica. O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, também está entre os convidados e irá debater os avanços do País na área de infraestrutura.

 

A consolidação dos serviços financeiros e do mercado de capitais brasileiro será tema de outro painel, com comentários do presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e do Santander Group Brazil, Fabio Barboza, e do CEO do grupo financeiro BTG, André Esteves. O presidente da Azul Linhas Aéreas, David Neeleman, também estará presente no evento para discutir inovação.

 

Oportunidades e desafios do Brasil

 

Segundo o diretor de Marketing e Comunicações do The Economist, Adrian Garcia-Aranyos, o Brasil foi escolhido pelo grupo devido ao potencial do seu mercado. "As multinacionais vêm ampliando a presença no Brasil e companhias como Petrobrás e Vale têm conquistado cada vez mais espaço no mercado internacional", disse.

 

Um grande desafio para o País nos próximos anos será transformar a crescente demanda doméstica em máquina de crescimento, sem o predomínio de pressões inflacionárias, acredita a diretora regional para a América Latina do The Economist Intelligence Unit, Justine Thody.

 

A estabilidade fiscal e financeira do Brasil, segundo ela, poderá ser alcançada com um significativo aumento dos investimentos públicos. "O governo coleta impostos quase que nos mesmos níveis cobrados pelos países pertencentes à OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), mas fornece serviços públicos muito precários", explica. "Sem reforma, o sistema de previdência social ficará fiscalmente insustentável no longo prazo."

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