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NO BANCO DOS RÉUSJustiça italiana vai julgar fraude na Parmalat A Suíça usou dados da Justiça brasileira para investigar a fraude na Parmalat que, há quatro anos, resultou em um dos maiores escândalos financeiros da Europa. Amanhã, em Parma, a Justiça italiana, que recebeu relatórios da Suíça, abre o principal processo contra 55 executivos da empresa, entre eles o ex-fundador do grupo, Calisto Tanzi, e o ex-diretor financeiro Fausto Tona. A pena pode chegar a 15 anos de prisão. Há a suspeita de que o Brasil tenha sido usado pelos ex-executivos como um dos canais para fraudar a empresa. O escândalo revelou um rombo de 14 bilhões na empresa.SEM PRESSA7% entregaram a declaração de 2008De 3 a 12 de março, primeiros dez dias do período de entrega de declarações do Imposto de Renda de 2008, a Receita Federal recebeu 1.727.360 declarações. O volume representa 7% do total de 24,5 milhões esperado até 30 de abril. A Receita alerta que nesta época são muito comuns e-mail falsos em nome dela e orienta o contribuinte a excluir essas mensagens, não clicar em links nem abrir arquivos anexados. DESEMPENHO CHINÊS20,2% foi o crescimento das vendas no varejo na China nos dois primeiros meses do ano em comparação ao mesmo período do ano passado38,3% foi o aumento dos investimentos estrangeiros diretos na China em fevereiro comparado ao mesmo período de 2007. No ano, o índice pula para 75,2%EFEITO DESACELERAÇÃODéficit fiscal dos EUA é recorde O Estados Unidos registraram em fevereiro um déficit fiscal histórico de US$ 175,6 bilhões, em parte, por causa da desaceleração da atividade econômica. Outra causa foi que, sendo este um ano bissexto, o governo despachou em fevereiro mais reembolsos de impostos e cheques de benefícios sociais. No mesmo mês do ano passado, o déficit foi de US$ 120 bilhões.TAMANHO DO ROMBOUS$ 263,3 bilhões foi o déficit registrado até agora no período fiscal de 2008, que começou no dia 1º de outubroUS$ 410 bilhões é a previsão de Bush para todo o períodoTROCO ARGENTINOPostos da Petrobrás recebem multaA Petrobrás Energia, subsidiária da Petrobrás na Argentina, será multada pelo governo local sob a alegação de não cumprir a lei de Abastecimento. "As inspeções foram realizadas nos postos de serviços da companhia, que registram falta de combustíveis", afirmou uma fonte do Ministério de Planejamento. Segundo a empresa, a falta de combustíveis ocorreu por "problemas de logística interna". O início da fiscalização nas companhias petrolíferas pela Petrobrás não foi aleatório. Concretizou ameaças de que o governo argentino iria retaliar a estatal pela sua negativa de ceder parte do gás que compra da Bolívia para a Argentina.

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