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BANHO-MARIAFica para maio a nova política industrialO secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, disse ontem que a nova política industrial deve sair em maio (portanto, não mais em abril, como esperava o Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio Exterior). "A política industrial já está pronta. Agora está simplesmente em finalização", afirmou. "Grande parte da desoneração tributária já está definida." O secretário disse que o objetivo da política industrial é dar maior competitividade às empresas, inclusive para acelerar o ritmo de expansão das exportações. "O problema das exportações brasileiras é de competitividade."EXPANSÃOBNDES vai abrir escritório no UruguaiO Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai abrir um escritório em Montevidéu, no Uruguai, sede das instituições do Mercosul. Será a primeira unidade fora do Brasil. O vice-presidente do BNDES, Armando Mariante, informou que o escritório deve começar a funcionar em agosto e terá a função de fomentar projetos de integração na América Latina e no Mercosul. O BNDES tem em carteira R$ 11,6 bilhões em projetos de financiamento de exportações brasileiras para obras de infra-estrutura em países do continente, entre contratados, aprovados e em estudo. AVANÇO8,6% é o aumento das exportações de frango, em quantidade, previsto para este ano. Segundo a Abief, serão embarcadas3,57 milhões de toneladasSEM PRESSÃOConsumo de energia cresce a 5,5% ao anoO consumo de energia elétrica no Brasil deve crescer em média 5,5% ao ano até 2017. A previsão é da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que ontem lançou o Plano Decenal de Expansão de Energia. Apesar do crescimento, o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, descarta a necessidade de racionamento de energia no futuro. "A situação é de tranqüilidade", afirmou. O cenário traçado anteriormente projetava alta de 5,1%. O presidente da EPE explica que boa parte da mudança se deve a revisões na expectativa de crescimento anual médio do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,5% para 5%. FORA DA PAUTAModelo de negócio não será discutidoOs publicitários nem bem deram largada e já mudaram os planos sobre o que vão discutir no 4º Congresso Brasileiro de Publicidade. Anunciado com pompa e circunstância, o debate que mais prometia impacto, que seria sobre o modelo de negócios do setor, foi tirado da pauta. A programação substituiu a questão da remuneração das agências por: ''A Valorização, a Prosperidade e a Rentabilidade da Indústria da Comunicação''. Segundo os organizadores, a mudança decorre "da condução democrática da preparação do evento", já que a questão da remuneração não afeta os demais participantes que apóiam o congresso.

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