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PESQUISACrise não está na agenda do consumidorO acompanhamento do noticiário sobre a crise mobiliza apenas 16% dos participantes da pesquisa sobre o impacto da turbulência global no Brasil, feita pela empresa Ipsos, entre 20 e 30 de outubro. E, se de um lado as reações do consumidor indicam distanciamento do tema, de outro, 33% dos mil entrevistados diz já sentir os efeitos da crise. O aumento de preços, segundo eles, seria o principal indicador. O noticiário policial, com destaque para o drama da jovem Eloá, morta pelo namorado, monopolizou 60% das citações. A crise econômica aparece com somente 11% das referências totais. SINAL AMARELOBNDES e OMC fazem alerta sobre comércio A crise está custando cada vez mais caro aos exportadores brasileiros e pode se agravar em 2009. O BNDES alerta que as linhas de crédito à exportação já recuaram 20% no Brasil em outubro e 51% só na primeira semana de novembro, afetando um volume de vendas superior a US$ 16 bilhões. No total, a Organização Mundial do Comércio (OMC) alerta que o déficit de liquidez para o comércio no planeta já chega a US$ 25 bilhões e quer que a cúpula de Washington neste fim de semana lide com o problema de forma urgente. Tanto para o BNDES como para a OMC, se uma solução não for encontrada, 2009 verá um fluxo de comércio que vai desabar. US$ 3 bilhões é o montante que o Banco Mundial vai disponibilizar para as exportações. O anúncio foi feito ontem e é o triplo do inicialmente divulgado"A questão é compartilhar mais riscos e garantir maior co-financiamento. Essa é a mensagem para a cúpula de Washington"Pascal Lamy, diretor-geral da Organização Mundial de ComércioPETRÓLEO Exploração do pré-sal pode custar US$ 400 biO diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, estimou que a exploração e produção de petróleo no pré-sal poderão demandar US$ 400 bilhões em investimentos no prazo de 10 anos. Em audiência na Câmara, ele informou que a comissão que analisa alterações na Lei do Petróleo deverá entregar as conclusões ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no início de dezembro.

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