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BURACO NEGROTrês meses de queda na indústria paulistaO Indicador do Nível de Atividade (INA) da indústria paulista recuou 3,3% em novembro ante outubro, com ajuste sazonal, divulgou ontem a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Em dezembro, na comparação com novembro, o indicador caiu 5,2%. A atividade industrial no Estado diminuiu 8,9% em novembro ante outubro e 17,3% em dezembro ante novembro. As variações foram as piores da série histórica, iniciada em 2002. Em dezembro, o INA caiu 9,6% ante dezembro de 2007. Em 2008, a atividade industrial paulista cresceu 4,8% em relação a 2007.LIQUIDEZ EM ALTACompra de bônus da Pemex surpreendeAntecipando-se à Petrobrás, que pretende lançar US$ 1,5 bilhão em bônus no 1.º trimestre, a Petróleos Mexicanos (Pemex) recebeu um volume de subscrições três vezes superior à sua oferta de US$ 2 bilhões em bônus, na terça-feira. O apetite dos investidores desprezou até os resultados ruins da empresa em 2008. O bônus carregou um cupom (juro nominal) de 8% e foi vendido por 98,313% do valor de face, com retorno para o investidor de 8,25%.IMPOSTÔMETROR$ 100 bilhões é quanto os brasileiros terão pago em tributos municipais, estaduais e federais neste ano, até o dia 31 de janeiro , segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Em 2008, esse valor foi atingido somente em fevereiro.NOVA VÍTIMABC da Espanha confirma recessãoO Banco Central da Espanha confirmou ontem que o país entrou oficialmente em recessão, a primeira em 16 anos. Segundo os dados oficiais, a recessão já começou no quarto trimestre de 2009, com queda de 1,1% no Produto Interno Bruto. O terceiro trimestre também havia sido de retração. A queda da demanda não foi compensada pelas exportações e a consequência foi a redução do PIB do país. Para o Banco Central da Espanha, o ajuste que sofre a economia do país "é muito severo". A Espanha é a 5.ª maior economia da Europa e, nos últimos anos, vinha tendo taxas de crescimento bem acima da média europeia. CRISE DE CONFIANÇAFuga de capital é recorde na ArgentinaA Argentina teve em 2008 uma fuga de divisas de US$ 23,09 bilhões, segundo indicam dados do Banco Central. O número supera em 23% a saída de dinheiro ocorrida na época do colapso financeiro de 2001-2002, quando saíram do país US$ 18,7 bilhões. Os analistas destacam que não faltaram motivos para que isso acontecesse. No ano passado, o governo da presidente Cristina Kirchner disparou os níveis de desconfiança ao manter um confronto de quatro meses com os ruralistas, ao reestatizar o sistema de aposentadorias, além de declarar a intervenção estatal de várias empresas privatizadas nos anos 90. "Temos recebido muitas ofertas. Há ofertas de bancos a preços baixos. Mas não queremos comprar problemas. Queremos coisa boa"Roberto Setubal, presidente do Itaú, sobre o assédio de bancos estrangeiros querendo ser comprados

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