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E-Investidor: Itaúsa, Petrobras e Via Varejo são as ações queridinhas do brasileiro

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BOA NOTÍCIAPrevidência reajusta benefícios em 5,92%Os benefícios da Previdência com valores acima de um salário mínimo (R$ 465) foram reajustados em 5,92%. O reajuste vale a partir de 1.º de fevereiro e o pagamento será feito nos cinco primeiros dias úteis de março. O reajuste, segundo o Ministério da Previdência, corresponde ao acumulado dos últimos 11 meses do Índice Nacional de Preços ao Consumidor do IBGE. Com a correção, o teto do salário de contribuição (usado para calcular os pagamentos mensais dos segurados) passa para R$ 3.038,99. O teto para os benefícios recebidos pelos aposentados passa para R$ 3.218,90.AGRONEGÓCIOBrasil deve plantar mais transgênicosO Brasil deve superar a Argentina em área plantada com transgênicos no prazo de duas safras. A projeção é do representante do Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia, Anderson Galvão. Segundo ele, isso vai depender da manutenção do atual ritmo de trabalho da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, responsável por avaliar, estabelecer normas e liberar ou descartar o uso de sementes. ROMBO AMERICANOUS$ 569 bi foi o déficit do orçamento dos Estados Unidos no primeiro quadrimestre fiscal (outubro a janeiro) de 2009, maior que o déficit de todo o ano fiscal de 2008 (US$ 454 bilhões)US$ 1,34 tri foi a soma das despesas do governo no primeiro quadrimestre fiscal de 2009, ante US$ 950 bilhões no mesmo período do ano anterior, segundo o Tesouro dos EUA.COMBUSTÍVEISGasolina já custa 34% mais do que no exteriorO preço da gasolina vendida nas refinarias da Petrobrás está cerca de 34% mais elevado do que o negociado no mercado internacional de combustíveis, segundo estimativa do banco Credit Suisse, que considera valores colhidos em 10 de fevereiro. No caso do óleo diesel, a diferença seria de 41%. Essa defasagem, que para a equipe de análise da instituição já é uma ameaça à inflação, reforça a expectativa por um corte nos preços dos derivados pela Petrobrás. "Em poucos momentos na história, o Estado brasileiro teve condições de enfrentar uma crise com relativa autonomia"Luciano Coutinho, presidente do BNDES

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