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REAÇÃO DO MERCADO Nível de emprego tem alta em janeiro, diz LupiO ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, adiantou ontem que todos os Estados das regiões Sul e Centro-Oeste tiveram alta no nível de emprego em janeiro. A divulgação oficial dos dados do primeiro mês do ano do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) é esperado para esta semana. Confiante sobre a reação do País aos efeitos da crise, Lupi disse acreditar que, em março, o Brasil voltará a crescer. "O Brasil será vanguarda. Será o primeiro a sair da crise." Segundo ele, a reação do mercado de trabalho em janeiro "é o primeiro sintoma de que a economia vai bem."TERCEIRA REVISÃOFocus prevê alta do PIB de 1,5% em 2009Pela terceira semana seguida, o mercado reduziu a previsão de crescimento da economia em 2009. A estimativa passou a ser de 1,5%, ante 1,70% na semana anterior, conforme a pesquisa semanal Focus divulgada ontem pelo Banco Central. Em setembro, antes do agravamento da crise, o mercado previa expansão de 3,60%. A previsão de queda da Selic passou de 2 para 2,25 pontos porcentuais no ano. ANO DIFÍCIL32,67% foi o recuo dos investimentos estrangeiros diretos (IED) na China em janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, para US$ 7,54 bilhões. Foi o quarto mês consecutivo de recuo 29,7% foi o avanço do investimento estrangeiro direto total, incluindo o sistema financeiro, no ano passado na comparação com 2007, para US$ 108,3 bilhõesSEM DINHEIRO EM CAIXASantander quer suspender pagamento de fundoA Santander Real Estate, gestora de fundos imobiliários do banco Santander, pediu autorização ao órgão regulador da Bolsa de Valores de Madri para suspender por dois anos os reembolsos de um de seus produtos por não ter dinheiro em caixa. A instituição afirmou que o fundo Banif Imobiliário FII não tem como pagar os reembolsos pedidos pelos clientes até 13 de fevereiro - que representam 80% do patrimônio total do fundo -, no valor de cerca de 2,617 bilhões."Minha conduta na coletiva foi resultado de remédios e um pouco de vinho. Peço desculpas por isso"Shoichi Nakagawa, ministro japonês das Finanças, desculpando-se pelo discurso desconexo que fez depois da reunião do G-7 no fim de semana

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