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PLANO DE INVESTIMENTOEletrobrás pretende captar até US$ 1 bilhãoA Eletrobrás pretende fazer, até o fim de julho, uma captação financeira internacional de US$ 600 milhões, "que pode se estender a até US$ 1 bilhão, se o mercado for receptivo". Os recursos serão aplicados no Plano de Investimentos da empresa. A informação é do diretor financeiro Astrogildo Quental. Segundo ele, a Eletrobrás já tinha no ano passado uma autorização do conselho administrativo para captar US$ 400 milhões no mercado. Mas, com a eclosão da crise financeira, em setembro, a empresa decidiu esperar. Os bônus serão emitidos nos EUA e na Europa e terão prazo de 10 anos. FINANÇASReservas sobem US$ 7 milhõesAs reservas internacionais subiram US$ 7 milhões ontem, informa o Banco Central. Com a elevação, o montante total passou de US$ 205,433 bilhões para US$ 205,440 bilhões no conceito de liquidez internacional. A elevação reflete a compra de dólares realizada pelo Banco Central em 12 de junho e também a oscilação do valor de mercado dos ativos que compõem as reservas, como os títulos da dívida americana.RECUO NOS PREÇOS0,19 % foi a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na cidade de São Paulo na segunda quadrissemana de junho, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O resultado ficou abaixo da primeira quadrissemana (0,23%)RESPOSTA AOS CRÍTICOS?Crise reforça o livre comércio? O Representante Comercial dos EUA, Ronald Kirk, disse que vê um lado positivo no declínio econômico global, dizendo que oferece uma vívida demonstração de que quando o comércio é interrompido, "não é bonito". Em comentários feitos no encontro do Conselho de Negócios EUA-Índia, Kirk disse que a recessão oferece "uma oportunidade única" para mostrar os benefícios do livre comércio aos céticos. Tempos econômicos duros significam que os defensores do livre comércio precisam emprestar "um ouvido muito mais compassivo" aos críticos do livre comércio, enquanto continuam a exaltar seus benefícios.BANCOSCade aprova compra do BB no PiauíO Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou ontem sem restrições, a incorporação do Banco do Estado do Piauí (BEP) pelo Banco do Brasil (BB). Os conselheiros entenderam que não há risco à concorrência, já que um dos principais motivos que impedirá o BB de elevar excessivamente tarifas bancárias ou outros valores aos consumidores no Piauí é o perfil mais carente de renda da população. O processo de incorporação do BEP, com sete agências no Estado do Piauí e 89 mil clientes, teve início em novembro do ano passado. Com a incorporação, o BB passou a contar com 60 agências no Estado."A retomada das operações no mercado de capitais vai contribuir para a normalização do crédito bancário no País" Fabio Barbosa, presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban)

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