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PREVIDÊNCIA COMPLEMENTARCâmara aprova criação de agência reguladoraO plenário da Câmara aprovou ontem, em votação simbólica, a criação da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), a agência reguladora dos fundos de pensão fechados. A função de fiscalização hoje é da Secretaria de Previdência Complementar, do Ministério da Previdência. O projeto de lei prevê a criação de 336 novos cargos, sendo 96 comissionados (sem concurso público). Serão extintos 15 cargos da Secretaria, que continuará a funcionar com uma pequena estrutura e a atribuição de traçar a política de governo para o setor. A proposta será levada ao Senado.COMÉRCIOSetor cria 2,4 milhões de vagas em 5 anosO comércio aumentou em 2,4 milhões o número de pessoas ocupadas entre 2003 e 2007, passando de 6 milhões de trabalhadores para 8,4 milhões, segundo a Pesquisa Anual de Comércio 2007 divulgada pelo IBGE. O segmento de hiper e supermercados foi o que mais gerou empregos (256,8 mil vagas), seguido do comércio varejista de materiais de construção (212,6 mil). A pesquisa abrange os segmentos de varejo, atacado e comércio de carros.RECUPERAÇÃO ADIADA0,6% foi a queda das vendas nos Estados Unidos de imóveis novos em maio ante abril, para uma taxa anual sazonalmente ajustada de 342 mil unidades. Analistas do mercado esperavam alta de 2,3%. Em comparação a maio do ano passado, as vendas caíram 32,8%EFEITO ALIMENTOSLeite puxa alta do IPCA-15 em junhoA entressafra provocou um aumento de 12,20% no leite pasteurizado e levou o produto a responder, sozinho, por um terço da inflação de 0,38% medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - 15 (IPCA-15) em junho. Em maio, a taxa havia sido de 0,59%. Puxados pelo leite, os alimentos aceleraram o ritmo de reajustes, enquanto os aumentos no grupo dos não alimentícios perderam fôlego no mês. O IPCA-15 é uma espécie de prévia do IPCA, índice que é referência do governo. Os dois indicadores são calculados pelo IBGE. No primeiro semestre, o IPCA-15 acumulou alta de 2,49% e, em 12 meses, de 4,89%.COMÉRCIO INTERNACIONALExportação japonesa cai forte em maioAs exportações do Japão apresentaram queda um pouco mais forte em maio, em comparação com o mês anterior, por causa da queda da demanda por carros, aço e peças eletrônicas. Os economistas afirmaram, no entanto, que as vendas de produtos japoneses têm tendência de recuperação. As exportações recuaram 40,9% em maio, em base anual, ante a queda de 39,1% registrada em abril. As vendas externas de automóveis caíram 60,9%, as de aço diminuíram 49,5% e as de peças eletrônicas, tais como chips de computador, caíram 33,5%. Os embarques para os EUA, Ásia e União Europeia também caíram."A crise é global e precisa ser discutida em um contexto amplo, não no G-20. O lugar apropriado para isso é a ONU"Joseph Stiglitz, prêmio Nobel de Economia

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