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SIGILO BANCÁRIOUBS ainda não entrou em acordo com os EUAO banco suíço UBS e a Receita Federal americana ainda não entraram em acordo sobre como os dados de clientes do UBS podem ser transferidos para os EUA, segundo o diário suíço NZZ am Sonntag. Enquanto a Receita americana quer ter certeza de que os dados serão transferidos rapidamente para os EUA, a Suíça teme que isso indique que o sigilo bancário do país é negociável. A Suíça quer manter o processo completo conhecido como assistência administrativa. O UBS e o governo dos EUA anunciaram na semana passada que haviam concordado em fechar um acordo sobre o caso. VAREJODia dos Pais faz venda crescer 2,2%As vendas relativas ao Dia dos Pais, realizadas entre 3 e 9 de agosto, subiram 2,2% em todo o Brasil em relação ao período similar do mesmo mês do ano passado, apontou ontem o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. A alta superou a verificada no Dia das Mães, de 1,9%. A melhora da confiança do consumidor, as promoções e o aumento da concessão de crédito colaboraram para o bom desempenho do comércio no período.LEVANTAMENTOUS$ 13 bilhões é a estimativa de perdas com corrupção na Argentina ao longo das últimas três décadas. A denúncia é do Centro de Investigação e Prevenção da Criminalidade Econômica. O dinheiro foi perdido em 750 casos de corrupção e delitos levados à Justiça entre 1980 e 2007BANCOSAcionistas do Lloyds duvidam de emissãoDois importantes acionistas do Lloyds Banking Group disseram ontem não terem certeza de que a instituição pode levantar capital de até £ 15 bilhões numa emissão de ações para evitar o custo de um esquema para se proteger de dívidas ruins. O Lloyds, que tem 43% de ações controladas pelo Reino Unido, concordou no começo do ano em incluir £ 260 bilhões (US$ 433 bilhões) de ativos de maior risco no esquema do governo britânico para se proteger de perdas provocadas pela recessão. "Não vemos como isso pode ser feito para funcionar'', disse um dos principais acionistas do banco, que não quis ser identificado.ENERGIA RENOVÁVELÍndia quer investir US$ 21 bi até 2012A Índia quer atrair investimentos de um trilhão de rupias (US$ 21 bilhões) para seus projetos de energia renovável, que devem ser implantados até março de 2012 e que vão adicionar 14,5 gigawatts em capacidade de geração do país, afirmou Debashish Majumdar, presidente da Agência Indiana de Desenvolvimento de Energia Renovável, entidade estatal responsável por financiar projetos nesse setor. Os investimentos vão para projetos de geração de energia hidrelétrica, eólica e a partir da biomassa. Cerca de 8,8% da atual capacidade instalada do país - 150 gigawatts - é baseada em energia renovável. "Podemos ver um segundo semestre mais forte, mas quando o governo recuar (nos estímulos), não temos certeza de que o setor privado conseguirá ocupar o espaço"Laura Tyson, assessora econômica do presidente Barack Obama

, O Estadao de S.Paulo

11 de agosto de 2009 | 00h00

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