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BRASIL-BOLÍVIAEvo e Lula devem avaliar fornecimento de gásO presidente da Bolívia, Evo Morales, disse ontem durante entrevista coletiva em La Paz, que vai "analisar" com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no próximo sábado, os preços e volumes do gás boliviano exportado ao mercado brasileiro e uma suposta dívida que a Petrobrás teria com a petroleira estatal do país, YPFB, pela compra desta energia. O encontro seria realizado em Chimoré, na região cocaleira do Chaparé, no Estado de Cochabamba, região central da Bolívia. As informações foram divulgadas pela Agência Boliviana de Informação (ABI, estatal) e pela edição online do jornal La Razón. COFRE ABERTONossa Caixa quer liberar R$ 200 miO presidente da Nossa Caixa, Demian Fiocca, disse que o banco quer desembolsar R$ 200 milhões por meio das linhas de crédito BNDES PSI, BNDES PSI Agrícola, Cartão BNDES e PEC-BNDES até 31 de dezembro. "Porém, se começarmos a chegar perto desse limite, teremos condições de alocar um valor maior." Segundo ele, o início das operações da Nossa Caixa com linhas do BNDES faz parte de uma nova estratégia do banco de atender às empresas.CÂMBIOUS$ 2,02 bi foi o ingresso líquido do fluxo cambial nas duas primeiras semanas de agosto, até o dia 14, segundo dados divulgados ontem pelo Banco Central. Em igual período do ano passado, o fluxo cambial teve entrada de US$ 3,149 bilhõesSEGREDO DO CRESCIMENTOIndústria aposta em inovação tecnológicaA principal arma da indústria para garantir o crescimento pós-crise é a inovação tecnológica, que deve ser alcançada por meio de uma forte parceria entre o setor privado e o governo. Essa ideia foi defendida pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, durante o 3.º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, realizado em São Paulo. No evento, que contou com a participação de representantes de grandes corporações brasileiras, além do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, Monteiro Neto afirmou que o futuro do parque produtivo do País depende do foco em inovação. MAIOR PARTICIPAÇÃOBB quer avançar no setor de segurosO Banco do Brasil (BB) pretende dobrar, num prazo de cinco anos, a participação do setor de seguros nos resultados da instituição, que passaria dos atuais 12% para 25%. "Essa é a ambição da institução a partir de agora", disse ontem o presidente do BB, Aldemir Bendine. Para ele, o avanço no setor de seguros é fundamental para que o banco mantenha a liderança no ranking das maiores instituições financeiras do Brasil, retomado do Itaú-Unibanco. Em meio ao processo de reestruturação societária do setor de seguridade do BB, Bendine descartou a possibilidade de o banco criar uma única empresa de seguros."Para o secretário de Comércio Exterior, este não é o nível de moeda desejável. O câmbio é sempre elemento de competitividade"Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do DESENVOLVIMENTO

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