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E-Investidor: Itaúsa, Petrobras e Via Varejo são as ações queridinhas do brasileiro

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HISTÓRIA REVISITADAAmérica Latina passa no teste de FukuyamaA América Latina acaba de passar em um teste dificílimo: ninguém menos que o respeitado e também criticado professor Francis Fukuyama, ex-guru dos conservadores americanos e pai da famosa teoria do fim da história, admite que o continente vai bem e está aprendendo a resolver seus problemas. ''''Apesar das velharias de (Hugo) Chávez, a maior parte desses países está fortalecendo as instituições democráticas, integrando-se à economia global e começando a enfrentar as desigualdades de forma consistente'''', diz Fukuyama, em um artigo para a edição de novembro da revista Foreign Affairs.GRANDE APETITEPenske compra mais revendas no BrasilO grupo americano Penske, um dos maiores concessionários de veículos nos Estados Unidos e dono de várias concessionárias em parceria com o ex-piloto André Ribeiro no Brasil, acaba de fechar um dos maiores negócios no setor de revenda de carros no País. Adquiriu, por R$ 280 milhões, cerca de 20 lojas das marcas Fiat e Ford pertencentes ao Grupo Sinal. A Penske já era dona ou tinha parcerias em 17 revendas das marcas BMW, Honda, Land Rover, Nissan, Renault, Toyota e Volvo e prepara-se para fazer uma oferta inicial na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).A TODO VAPOR1,45 bilhão de litros de álcool combustível deverão ser consumidos no Brasilem outubro, um recorde, segundo a UnicaSEM AMBIENTEEnxofre demais no diesel da PetrobrásEntidades governamentais e ONGs vão recorrer ao Ministério Público Estadual de SP, na quinta-feira, para exigir que a Petrobrás cumpra a resolução 315 do Conselho Nacional de Meio Ambiente que determina a redução do enxofre no diesel para 50 partes por milhão (ppm), até janeiro de 2009. Hoje o índice é de 500 a 2 mil. A Petrobrás diz que vai atender a todos os questionamentos.DESEMPREGO À VISTA Donos do ABN vão cortar 19 mil vagasOs três bancos que compraram o holandês ABN Amro deram a partida aos programas de demissão que devem resultar no corte de 19 mil funcionários, a maioria na Holanda. Juntos, ABN Amro, Fortis, Royal Bank of Scotland e Santander empregam cerca de 400 mil pessoas no mundo. Somente no ABN, há 100 mil trabalhadores. ''''Há um enorme cruzamento (de funcionários) em áreas chaves e, por isso, haverá uma redução de tamanho'''', disse Fred Goodwin, presidente do RBS. Ainda não há informações sobre cortes no Brasil, onde o Santander ficará com as operações do ABN Real.

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