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AÇÕES DE PESOR$ 117 milhões por 11% do Iguatemi SPO homem por trás da holding que vendeu 11% das ações do Shopping Iguatemi São Paulo à empresa da família Jereissati é o lojista Diogo Gadelha, um cearense de 82 anos que passou as últimas décadas comprando cotas do empreendimento desprezada por seus pares. A venda, feita em agosto, foi aprovada ontem em assembléia de acionistas, mas o nome do ex-sócio não foi divulgado oficialmente. A operação foi de R$ 117 milhões. Com isso, a Iguatemi Empresa de Shopping Centers (IESC), dos Jereissati, passa a deter o controle - com 50,12% de participação - do shopping mais valioso do País. A TODO VAPORIndústrias crescem acima da médiaO faturamento das empresas cresceu 7,2% no primeiro semestre ante o mesmo período do ano passado, já descontada a inflação, segundo estudo da Serasa. A indústria se saiu melhor: o crescimento foi de 10,3% graças à recuperação do agronegócio, à expansão da economia mundial e à alta dos preços das commodities. Mas, entre 2000 a 2006, a liderança é do comércio, com evolução de 40,9%, ante 29,4% da indústria. "Tudo o que pensávamos há dez anos está superado. Nas telecomunicações, muito mais"Ronaldo Sardenberg, presidente da Anatel, ao anunciar que a base de celulares chegará a 120 milhões neste ano, o dobro do previsto em 2000 APETITE FINANCEIROChineses entram nos bancos estrangeirosA Ping An Insurance, segunda maior seguradora do segmento vida da China, pagou US$ 2,7 bilhões por uma fatia de 4,18% no grupo belga-holandês Fortis, um dos três bancos do consórcio que comprou o ABN Amro. Pequim tem encorajado seus bancos estatais a crescer para fora do país, por meio da compra de fatias em instituições financeiras consolidadas. CONTA DE PLÁSTICOR$ 300 é o valor médio do preço da fatura paga pelos 12,5 milhões de brasileiros usuários de cartão de crédito, no último trimestre de 2007, de acordo com o Ibope. COFRE CHEIOUS$ 1 trilhãoé o que o fundo soberano de Abu Dabi - que injetou US$ 7,5 bilhões no Citigroup nesta semana - pode ter para investir.DEMANDA ALTAUS$ 15 bilhõesé quanto as empresas imobiliárias teriam de captar na Bolsa para atender à demanda do setor, pelos cálculos do fundador da construtora MRV, Rubens MeninSELO DA RESISTËNCIAProteção na lata de cerveja cola e decolaO uso de selo de proteção em latas de cerveja, que estreou no Brasil há cinco anos por iniciativa da Cervejaria Petrópolis para valorizar a sua marca Itaipava, enfrentou duras críticas no início, parte em razão da disputa entre os fabricantes do setor. Mas agora ganha adeptos. A Schincariol investe nele para "marquetear'''' a recém-adquirida marca Nobel. Bem posicionada no mercado de Pernambuco, a Nobel tem ações de marketing inspiradas na marca Bohemia, da concorrente AmBev. Aliás, a maior fabricante de cerveja do País não adotou o selo. Mais do que isso: defende que não vê vantagem para o consumidor.

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