Breves

DIFÍCIL RETOMADARússia exige inspeção em carne brasileiraEmbora o governo tenha anunciado, no fim de novembro, o fim do embargo russo à carne brasileira, frigoríficos de oito Estados brasileiros que foram autorizados a retomar as exportações para aquele mercado terão, antes, de ser inspecionados pelos órgãos de defesa sanitária dos dois países, o que só deve acontecer em 2008. Na prática, a partir de agora as empresas passarão a adotar o sistema de embalagem individual das peças com etiqueta de origem, a enviar as cargas diretamente da indústria aos entrepostos e a emitir o certificado sanitário internacional em papel moeda.APETITE ESTRANGEIROR$ 44 bilhões foi quanto os investidores estrangeiros desembolsaram nas ofertas públicas realizadas neste ano até novembro. Isso é 75,1% das ações vendidas.30% é a economia no consumo de sacolas que a indústria de plástico espera ter com o lançamento, hoje, de um modelo mais resistente que o convencionalRUMO AO IPOStefanini terá Furlan e Cox no ConselhoA Stefanini IT Solutions está se preparando para lançar ações na Bovespa. A empresa de software acaba de contratar a consultoria da KPMG para assessorá-la no processo de abertura de capital e criar um conselho de administração com nomes como Luiz Fernando Furlan, ex-ministro do Desenvolvimento, e João Cox, presidente da Claro. A Stefanini está presente em 12 países (incluindo a Índia) e deve faturar R$ 380 milhões neste anoALTA CONEXÃOBanda larga mais móvel em 2010A partir de 2010, metade dos pontos de acesso de internet banda larga serão móveis (celulares, laptops e outros aparelhos portáteis). Em 2012, esse porcentual pode subir para 70%, segundo as previsões da GSM Association. O Brasil não deve acompanhar esse ritmo. Hoje, apenas 6% da base de celulares têm acesso rápido à internet. O número crescerá em 2009, mas não deve passar de 10%. O preço, principal limitador da popularização da tecnologia, tende a cair com ganhos de escala. No mundo, a cada seis meses a quantidade de dados transmitidos pelas operadoras móveis duplica, segundo a entidade. BEBIDA GLOBALIZADABrasileiros lançam cachaça na ÍndiaOs indianos serão finalmente apresentados à cachaça. A brasileira Diva Cachaça vai lançar a bebida nas três principais cidades do país: Nova Délhi, Bombaim e Bangalore. A empresa desembarca na Índia em parceria com um grupo local, a distribuidora Aspri Spirits Private. "Os indianos agora têm uma curiosidade maior para provar novos produtos", disse à agência IANS, Arun Kumar, executivo da Aspri. "A população é predominantemente jovem e a classe média da Índia está com dinheiro para gastar com coisas mais finas", completou. A cachaça será vendida por cerca de US$ 45, sem contar os impostos.

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