Brics podem agir juntos por dólar alto, diz Presidência

Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - países que integram o Brics - preparam uma ação coordenada em relação à valorização mundial do dólar, informou na noite desta segunda-feira, 24, o porta-voz da Presidência da República, Thomas Traumann.

RAFAEL MORAES MOURA E TÂNIA MONTEIRO, Agencia Estado

24 de junho de 2013 | 20h56

Pela manhã, Dilma conversou por cerca de 30 minutos com o presidente da China, Xi Jinping. Conforme o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, no telefonema, feito às 9h30 do gabinete da presidente no Palácio do Planalto, o tema foi a preocupação com os efeitos da valorização do dólar e a possibilidade de uma ação coordenada de proteção às suas moedas pelos bancos centrais dos países emergentes.

Dilma deverá falar nesta terça-feira, 25, sobre o mesmo assunto com o presidente da Rússia, Vladimir Putin e procurar depois autoridades da Índia e da África do Sul. Uma decisão sobre dólar deve ser formalizada em julho na Rússia em reunião de ministros do Brics.

A alta do dólar e o impacto desse efeito no aumento da inflação preocupam a presidente Dilma, principalmente em momento político delicado, em que ocorrem no País grandes mobilizações populares. Uma ação conjunta dos países poderia ajudar a minimizar os problemas, na avaliação do Palácio do Planalto.

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